Microsoft Teams vai usar IA para tradução simultânea e novas automações: veja as novidades do Microsoft Ignite 2024.
Durante o evento Microsoft Ignite 2024, a gigante da tecnologia revelou diversas inovações para seus produtos e serviços, incluindo um novo recurso do Microsoft Teams que promete revolucionar a forma como nos comunicamos em diferentes idiomas. A seguir, confira os principais destaques anunciados no evento.
Tradução simultânea com voz personalizada no Teams
O novo recurso, chamado Interpreter, utilizará inteligência artificial para realizar traduções simultâneas em reuniões realizadas pelo Microsoft Teams. A tecnologia não apenas traduz o conteúdo em tempo real, mas também simula a voz do usuário ao falar em outro idioma, garantindo uma experiência mais natural e fluida.
Essa funcionalidade elimina a necessidade de uma voz genérica ou descontextualizada durante as reuniões. A previsão é que a versão de pré-visualização esteja disponível para o público no início de 2025, mas ainda não foram divulgados os idiomas que o recurso irá suportar.
Outra inovação apresentada foi o Copilot Actions, uma extensão do Microsoft 365 Copilot que automatiza tarefas repetitivas no ambiente de trabalho. Com ele, os usuários poderão:
Responder e-mails automaticamente;
Localizar informações em documentos;
Organizar reuniões importantes;
Traduzir textos em tempo real, entre outras funções.
A ideia é aumentar a produtividade, permitindo que os usuários concentrem seus esforços em atividades mais estratégicas e menos operacionais.
Windows 11 no Meta Quest: Realidade virtual integrada.
O sistema operacional Windows 11 ganhará compatibilidade com os óculos de realidade virtual Meta Quest 3 e Quest 3S, da Meta. Essa integração permitirá acessar um desktop virtual em 3D, conectando dispositivos localmente ou na nuvem. A funcionalidade estará disponível para testes em dezembro de 2024.
Outras novidades do Microsoft Ignite 2024.
Além dessas funcionalidades, o evento trouxe mais de 80 novos produtos e serviços. Confira alguns destaques:
IA para SharePoint e autoatendimento: novos agentes de inteligência artificial focados em produtividade e serviços personalizados;
Azure AI Foundry: plataforma para criação de agentes de IA personalizados;
Segurança reforçada: o lançamento da Secure Future Initiative (SFI), com 34 mil engenheiros dedicados à segurança, e o evento Zero Day Quest, que oferece prêmios de até US$ 4 milhões para pesquisas avançadas.
A Microsoft também apresentou o Microsoft Security Exposure Management, ferramenta voltada para gerenciar vulnerabilidades e melhorar a segurança digital.
O que esperar?
Com essas atualizações, a Microsoft reafirma seu compromisso em transformar a produtividade e a segurança no ambiente corporativo. As inovações prometem atender às demandas crescentes de empresas que buscam automação, colaboração e eficiência.
Essas novidades colocam a inteligência artificial e a integração tecnológica no centro da estratégia da empresa, consolidando o papel da Microsoft como uma das líderes globais em inovação.
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DataTag: A Arma Secreta dos E-commerces para Vencer na Black Friday
A Black Friday é um dos períodos mais competitivos para o varejo online. Com a expectativa de atrair milhões de consumidores, as empresas enfrentam o desafio de destacar suas ofertas e converter visitantes em compradores. É nesse cenário que a DataTag, uma tecnologia digital avançada, surge como uma ferramenta indispensável para maximizar vendas e melhorar a experiência do cliente.
O que é a DataTag?
A DataTag é uma solução inovadora que utiliza inteligência de dados para identificar visitantes de plataformas de e-commerce, analisar potenciais clientes e mapear seu comportamento digital. Com essas informações, é possível criar estratégias personalizadas, como recomendações de produtos, campanhas direcionadas e otimização da jornada do cliente.
A tecnologia atua em tempo real, capturando dados anônimos e agregados sobre quem está navegando na plataforma. Entre suas funcionalidades estão:
Identificação de visitantes: Mesmo sem login, a DataTag consegue mapear padrões de navegação e comportamento.
Análise de perfil: Segmenta os usuários em categorias como intenção de compra, frequência de visitas e histórico de interações.
Mapeamento do comportamento digital: Identifica quais produtos são mais visualizados, o tempo gasto em cada página e as preferências gerais do público.
Vantagens para a Black Friday
Durante a Black Friday, em que as decisões de compra são rápidas e as ofertas abundantes, a DataTag se torna uma arma estratégica. Confira como ela pode beneficiar e-commerces:
Aumenta a conversão de visitantes: Com dados detalhados sobre os clientes, é possível criar campanhas mais eficientes e personalizadas.
Reduz o abandono de carrinho: Alertas direcionados e ofertas específicas podem ser enviados para consumidores que desistiram de suas compras.
Estratégias de remarketing mais precisas: Saber quem visitou sua loja e o que procurou permite ações de remarketing direcionadas, otimizando os investimentos em anúncios.
Melhora a experiência do cliente: Ao entender o comportamento dos usuários, os e-commerces podem ajustar suas plataformas para oferecer uma navegação mais fluida e intuitiva.
Tendência para o Futuro
O uso de tecnologias como a DataTag está revolucionando o mercado digital, transformando dados em insights valiosos. Com a crescente importância da personalização, ferramentas desse tipo se tornam essenciais para empresas que desejam não apenas competir, mas liderar em datas como a Black Friday.
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Brasil Enfrenta Escassez de Profissionais de Tecnologia: Desafios e Soluções.
A falta de profissionais qualificados no setor de tecnologia é um problema crescente no Brasil, evidenciado recentemente em um debate promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal. O encontro trouxe à tona a necessidade urgente de expandir a conectividade digital e capacitar populações vulneráveis, destacando a importância de formar mais profissionais para atender a demanda crescente do mercado.
Atualmente, o Brasil forma cerca de 53 mil profissionais de tecnologia por ano. No entanto, esse número está longe de ser suficiente: a estimativa é de um déficit de mais de 530 mil profissionais na área até 2029. Isso ocorre em um momento em que o setor de tecnologia está em constante expansão, com vagas abertas para desenvolvimento de aplicativos, análise de dados, comércio eletrônico e segurança da informação.
Estudos, como o relatório “Panorama de Talentos em Tecnologia” realizado pelo Google for Startups, com apoio da Abstartups e da Box 1824, identificam os desafios que impedem o Brasil de formar o número de profissionais de tecnologia necessários. Um dos principais entraves é a competição entre startups e grandes empresas nacionais e internacionais, que disputam os talentos mais qualificados, tornando o mercado altamente competitivo. De acordo com o estudo, 92% das startups no Brasil relatam dificuldades em encontrar profissionais de tecnologia, o que acaba por atrasar o crescimento de muitas empresas e impacta diretamente o ecossistema de inovação.
Outro desafio é a falta de diversidade no setor. Segundo o relatório, o mercado brasileiro de tecnologia ainda é bastante homogêneo, com uma concentração de profissionais na região Sudeste (43% deles em São Paulo) e uma baixa participação de mulheres e minorias. A desigualdade regional e social no acesso à formação em tecnologia afeta a inserção de grupos minorizados e limita o potencial de inovação.
Além disso, o mercado brasileiro enfrenta a chamada “fuga de talentos”. Muitos profissionais altamente qualificados buscam oportunidades fora do país, onde encontram salários mais altos e melhores condições de trabalho. Esse fenômeno agrava ainda mais a escassez de mão de obra, deixando o mercado brasileiro em desvantagem na retenção de talentos.
Propostas para Solucionar a Falta de Profissionais.
Para contornar essa escassez, é crucial que o governo, empresas e instituições de ensino trabalhem em conjunto para promover uma série de ações, incluindo:
Aumentar a Diversidade na Tecnologia: Promover políticas de inclusão para atrair mulheres e minorias para a área de TI, diversificando a base de profissionais e contribuindo para uma perspectiva mais ampla no setor de inovação.
Investimento em Educação e Capacitação: Desenvolver mais cursos técnicos, de graduação e pós-graduação em tecnologia e ciência de dados, bem como programas de formação contínua para profissionais já atuantes. Esses programas podem ser feitos em parceria com empresas de tecnologia, proporcionando uma formação mais alinhada às demandas reais do mercado.
Incentivo ao Empreendedorismo Regional: Criar incentivos para o desenvolvimento tecnológico em outras regiões do Brasil, além do Sudeste, visando uma distribuição mais equilibrada de talentos e oportunidades.
Valorização e Retenção de Profissionais: Com a fuga de talentos, é necessário que o mercado brasileiro adote estratégias para reter seus profissionais, oferecendo salários competitivos e melhores condições de trabalho.
Parcerias entre o Setor Público e Privado: Programas de formação em grande escala, apoiados tanto pelo governo quanto por empresas privadas, podem ajudar a aumentar o número de profissionais qualificados e facilitar a entrada de novos talentos no setor de tecnologia.
A Importância da Tecnologia para o Futuro do Brasil.
A tecnologia tem sido uma força motriz para a inovação e o desenvolvimento econômico global. No Brasil, o crescimento do setor é essencial para impulsionar a economia e promover a inclusão digital. Porém, a falta de mão de obra qualificada coloca em risco esse avanço. Sem profissionais suficientes, o país pode perder competitividade, o que afeta tanto o setor privado quanto o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a transformação digital.
Portanto, a resolução desse déficit de profissionais é uma questão urgente, e ações coordenadas entre governo, empresas e instituições de ensino são fundamentais para garantir que o Brasil possa se estabelecer como um player relevante no mercado global de tecnologia.
Prepare-se para o Futuro da Tecnologia e participe da 11ª Ed. do Congresso de TI
O 11º Congresso de TI promete ser uma imersão no universo da inteligência artificial aplicada, oferecendo insights valiosos e soluções práticas para quem deseja se destacar no setor de tecnologia.
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Explore o futuro da tecnologia e descubra como a IA pode transformar sua carreira e negócios.
Fonte:JornalCruzeiro
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Meta AI Chega ao WhatsApp: Como a Inteligência Artificial Está Mudando a Experiência dos Usuários.
A Meta lançou recentemente uma nova funcionalidade de inteligência artificial (IA) no WhatsApp, expandindo suas ferramentas inteligentes também para o Instagram e Facebook. Agora, os usuários no Brasil podem contar com a Meta AI, um assistente virtual que responde a perguntas, recomenda opções e até gera conteúdo. Essa IA permite que as pessoas interajam em linguagem natural, como se estivessem conversando com outra pessoa, com base em modelos avançados como o Llama da Meta e outras tecnologias próprias da empresa.
O assistente Meta AI foi desenhado para oferecer recursos práticos no dia a dia. Por exemplo, ele pode:
Dar recomendações de viagem e sugerir restaurantes ou locais de lazer;
Responder perguntas e realizar tarefas específicas, como criar listas de estudo ou pesquisas rápidas;
Gerar imagens e conteúdo visual a partir de comandos, como criar uma imagem para uma postagem no Facebook;
Facilitar a interação com influenciadores digitais, uma funcionalidade lançada com o “AI Studio,” que permite a criação de chatbots personalizados para comunicação direta com fãs em tempo real.
Esse novo recurso também traz um diferencial: as imagens geradas pela IA vêm com uma marca d’água, garantindo que os usuários saibam que aquele conteúdo é artificial, algo essencial em termos de transparência e ética.
Adoção e Expansão
A integração da IA da Meta ao WhatsApp e outros aplicativos é gradual, especialmente para usuários brasileiros, onde o uso desse recurso está sendo disponibilizado aos poucos. Mark Zuckerberg, CEO da Meta, vê o Brasil como um mercado-chave para a expansão do Meta AI, devido à grande popularidade de suas redes sociais no país. A Meta já notificou os usuários sobre a coleta de dados para o aprimoramento da IA, garantindo opções de consentimento e privacidade de informações.
Essas inovações mostram como a IA integrada ao WhatsApp e outros aplicativos da Meta promete tornar a experiência dos usuários mais intuitiva e personalizada, adaptando-se cada vez mais às necessidades do dia a dia e ajudando tanto em questões práticas quanto em entretenimento.
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Fonte:Estadão
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Saúde Mental e a Era Digital: Como a Nuvem Facilita o Acesso a Cuidados de Saúde.
A saúde mental está no centro das atenções em um mundo cada vez mais digital e conectado. O avanço das tecnologias, especialmente as plataformas baseadas em nuvem, tem transformado a maneira como o acesso a cuidados de saúde mental é oferecido. Essas inovações estão rompendo barreiras geográficas, econômicas e sociais, permitindo que mais pessoas busquem apoio psicológico e cuidados de bem-estar de forma mais acessível e personalizada.
Plataformas de Saúde Mental na Nuvem
A nuvem revolucionou a forma como os dados são armazenados e acessados, e sua aplicação no campo da saúde mental não é exceção. Aplicativos de saúde mental e plataformas de teleatendimento, agora baseados em nuvem, permitem que os usuários tenham acesso a terapias e suporte psicológico de qualquer lugar, a qualquer hora. Essas soluções são especialmente valiosas em áreas rurais ou para pessoas que enfrentam desafios de mobilidade ou não têm acesso fácil a profissionais de saúde mental.
Plataformas como o Talkspace e o BetterHelp são exemplos de como a nuvem está facilitando o acesso a cuidados de saúde mental. Através desses serviços, os usuários podem se conectar com terapeutas licenciados via mensagens de texto, chamadas de vídeo e chat online. Essa flexibilidade de comunicação quebra as barreiras da distância, oferecendo suporte imediato para aqueles que precisam, mas que talvez não consigam se deslocar até um consultório.
Teleatendimento e Suporte Psicológico
O teleatendimento, impulsionado por plataformas baseadas em nuvem, está mudando a maneira como a terapia é oferecida. A pandemia de COVID-19 acelerou a aceitação do atendimento remoto, e essa tendência continua a crescer mesmo após o retorno gradual à normalidade. O uso da nuvem possibilitou a continuidade do tratamento de saúde mental em tempos de distanciamento social, garantindo que os pacientes pudessem receber ajuda sem interrupções.
A conveniência do teleatendimento também aumentou a adesão aos cuidados de saúde mental. Pacientes que antes se sentiam relutantes em procurar ajuda presencialmente, devido a estigmas ou limitações de tempo, agora podem receber apoio em um ambiente mais confortável e discreto. Além disso, a nuvem permite o armazenamento seguro de informações e registros médicos, o que facilita a coordenação entre profissionais de saúde, melhora o acompanhamento do progresso dos pacientes e garante a confidencialidade dos dados.
A personalização é um dos principais benefícios que a nuvem oferece aos cuidados de saúde mental. Utilizando dados armazenados na nuvem, plataformas podem oferecer tratamentos e terapias adaptados às necessidades específicas de cada usuário. Por meio de algoritmos avançados, essas soluções analisam padrões de comportamento, histórico de terapia e preferências do paciente para sugerir métodos de tratamento personalizados.
Além disso, muitas dessas plataformas incorporam Inteligência Artificial (IA) para ajudar a identificar tendências e prever possíveis crises de saúde mental antes que elas ocorram. Por exemplo, aplicativos podem monitorar o uso do serviço e sugerir recursos adicionais quando detectam sinais de stress, ansiedade ou depressão. Essa abordagem proativa melhora a eficácia do tratamento e permite uma intervenção mais rápida e eficaz.
Democratização do Acesso a Cuidados de Saúde Mental
A nuvem está democratizando o acesso aos cuidados de saúde mental, tornando terapias e serviços de bem-estar mais acessíveis a uma ampla variedade de indivíduos. Aplicativos baseados em nuvem oferecem planos flexíveis e de baixo custo, que podem incluir sessões com psicólogos, meditação guiada e ferramentas para controle emocional. Muitas plataformas também oferecem versões gratuitas com recursos limitados, tornando os cuidados acessíveis mesmo para aqueles com restrições financeiras.
Além disso, a natureza global da nuvem permite que pacientes se conectem com profissionais em todo o mundo. Essa flexibilidade geográfica significa que pacientes podem encontrar especialistas com os quais se identifiquem, independentemente de onde estejam localizados. Por exemplo, uma pessoa em uma área remota pode buscar o apoio de um terapeuta com experiência em um determinado tipo de tratamento, mesmo que esse profissional esteja em outra cidade ou país.
Impacto na Saúde Mental Global
O impacto da nuvem na saúde mental é visível globalmente. Em países em desenvolvimento, onde a escassez de profissionais de saúde mental é um problema recorrente, as plataformas de telemedicina baseadas em nuvem estão começando a preencher essa lacuna. Organizações não-governamentais e startups têm investido em soluções que oferecem suporte psicológico em áreas onde o acesso a tratamento é limitado, utilizando a nuvem para conectar pacientes e profissionais de saúde em regiões remotas.
Através dessas plataformas, mais pessoas têm acesso a terapias e serviços de saúde mental que antes eram inacessíveis, resultando em um aumento significativo no número de pessoas que estão recebendo tratamento adequado. O impacto desse acesso ampliado é inegável, com a redução do número de casos de depressão e ansiedade não tratados, bem como uma melhoria no bem-estar geral da população.
Conclusão
A combinação da nuvem e da saúde mental está criando novas possibilidades para oferecer cuidados mais acessíveis, personalizados e eficazes. Desde o teleatendimento até o uso de IA para monitoramento e personalização de tratamentos, a nuvem está desempenhando um papel crucial na maneira como as pessoas recebem apoio psicológico. À medida que mais indivíduos e profissionais de saúde adotam essas tecnologias, veremos um avanço contínuo na forma como a saúde mental é tratada e acessada globalmente, ajudando a quebrar barreiras e estigmas que por muito tempo limitaram o cuidado adequado.
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Com o crescimento exponencial da computação em nuvem, muitas empresas têm optado por migrar suas operações e dados para essa tecnologia. No entanto, junto com os benefícios da nuvem, surgem preocupações sobre a segurança das informações armazenadas em servidores de terceiros. Mitos se espalham rapidamente, gerando dúvidas sobre a proteção de dados e a vulnerabilidade dessas plataformas. Vamos desmistificar algumas dessas preocupações e esclarecer as verdades sobre a segurança na nuvem.
Mito 1: “A Nuvem Não É Segura”
Uma das ideias mais disseminadas é que armazenar dados na nuvem não é tão seguro quanto mantê-los em servidores internos. No entanto, isso é um grande mito. A realidade é que provedores de nuvem, como Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure e Google Cloud, investem massivamente em infraestrutura de segurança, muitas vezes oferecendo níveis de proteção superiores aos que muitas empresas conseguiriam implementar por conta própria.
Esses provedores utilizam tecnologias avançadas de criptografia para proteger os dados em trânsito e em repouso. A criptografia garante que, mesmo que um hacker consiga interceptar os dados, eles estarão ilegíveis sem a chave correta. Além disso, as principais plataformas de nuvem oferecem criptografia ponta a ponta, protegendo as informações desde o momento que elas deixam o dispositivo do usuário até serem armazenadas.
Mito 2: “Meus Dados São Mais Vulneráveis Na Nuvem”
A ideia de que os dados são mais suscetíveis a ataques cibernéticos quando armazenados na nuvem não é verdadeira. Embora a nuvem envolva o uso de servidores de terceiros, isso não significa que os dados estão mais expostos. Na verdade, provedores de nuvem adotam firewalls avançados e sistemas de monitoramento contínuo para detectar atividades suspeitas em tempo real.
Firewalls atuam como barreiras protetoras entre a internet e os servidores da nuvem, bloqueando tentativas de acesso não autorizadas e tráfego malicioso. Além disso, tecnologias como Intrusion Detection Systems (IDS) e Intrusion Prevention Systems (IPS) são utilizadas para identificar e prevenir possíveis violações de segurança antes que elas aconteçam. Empresas que utilizam a nuvem também têm a possibilidade de configurar suas próprias camadas adicionais de segurança, como autenticação multifator e sistemas de monitoramento personalizados.
Mito 3: “Eu Não Tenho Controle Sobre Meus Dados na Nuvem”
Outro mito comum é a ideia de que, ao migrar para a nuvem, as empresas perdem o controle sobre seus dados. No entanto, isso não reflete a realidade. As soluções de nuvem são projetadas para garantir que os dados dos clientes permaneçam sob o controle deles, enquanto o provedor de nuvem gerencia a infraestrutura.
A responsabilidade compartilhada é um conceito fundamental na segurança da nuvem. Isso significa que o provedor de serviços em nuvem é responsável por proteger a infraestrutura subjacente (servidores, rede e datacenters), enquanto a empresa cliente é responsável pela gestão da segurança dos dados que armazena e pelas configurações de segurança que implementa. Isso dá às empresas total controle sobre quem tem acesso às suas informações, como elas são armazenadas e como são protegidas.
Mito 4: “A Nuvem Não Oferece Conformidade com Leis de Proteção de Dados”
Muitas empresas acreditam que a migração para a nuvem comprometerá a conformidade com regulamentos como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) na Europa e outras normas globais. Na verdade, os principais provedores de nuvem estão em total conformidade com essas leis e oferecem recursos para ajudar as empresas a atenderem às exigências de proteção de dados.
Além disso, as plataformas de nuvem facilitam a criação de políticas de segurança personalizadas, possibilitando a auditoria e a gestão de dados de acordo com os padrões específicos de cada legislação. Isso pode incluir o armazenamento de dados em determinadas regiões, conforme as exigências de jurisdições locais, e a criação de logs de auditoria para garantir que as práticas de segurança estejam sempre em conformidade com os regulamentos.
Verdade 1: A Criptografia é um Pilar da Segurança na Nuvem
A criptografia é uma das principais ferramentas de segurança empregadas por provedores de nuvem para proteger dados. Além da criptografia em trânsito e em repouso, os dados podem ser criptografados com chaves personalizadas, o que garante que apenas as partes autorizadas possam acessar as informações.
Essa técnica é essencial para proteger informações sensíveis, como números de cartão de crédito, informações pessoais identificáveis (PII) e documentos confidenciais. As empresas também podem usar gerenciamento de chaves para garantir que as chaves de criptografia estejam armazenadas de maneira segura, garantindo ainda mais controle sobre seus dados.
Verdade 2: O Backup Automatizado na Nuvem Aumenta a Segurança
Uma das maiores vantagens da nuvem é a capacidade de realizar backups automáticos e redundantes dos dados. Em vez de depender de backups manuais, que podem ser esquecidos ou mal executados, os provedores de nuvem garantem que os dados sejam salvos regularmente e armazenados em locais geograficamente diversos, protegendo-os contra perda devido a desastres naturais, falhas de hardware ou ataques cibernéticos.
Isso também oferece uma solução rápida de recuperação de desastres, permitindo que as empresas restabeleçam seus sistemas rapidamente em caso de falhas. A capacidade de restaurar dados rapidamente é crucial para minimizar o tempo de inatividade e garantir a continuidade dos negócios.
Verdade 3: Autenticação Multifator é Essencial
Outra prática recomendada para garantir a segurança na nuvem é a autenticação multifator (MFA). Esse método exige que os usuários confirmem sua identidade utilizando duas ou mais formas de autenticação, como uma senha e um código enviado para o dispositivo móvel. Isso adiciona uma camada extra de proteção contra tentativas de invasão, mesmo que uma senha seja comprometida.
Além do MFA, as empresas podem implementar políticas de controle de acesso baseado em funções (RBAC), limitando o acesso a dados e sistemas apenas para aqueles que realmente precisam. Essa segmentação reduz o risco de exposição acidental de dados e melhora a segurança interna.
Conclusão
A segurança na nuvem é frequentemente cercada de mitos que podem gerar incertezas entre os tomadores de decisão. No entanto, a verdade é que os provedores de nuvem oferecem soluções altamente seguras, com níveis de proteção que muitas vezes superam os sistemas locais. Com práticas recomendadas como criptografia, autenticação multifator e backups automáticos, as empresas podem usufruir de todos os benefícios da nuvem com tranquilidade, sabendo que seus dados estão protegidos. A nuvem não é apenas segura — ela oferece um ambiente dinâmico e escalável que transforma a maneira como os negócios operam, sem comprometer a segurança dos dados.
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