A BRLink, referência brasileira em cloud computing, serviços gerenciados e transformação digital, anunciou a nomeação de Leonardo Piva como novo diretor-geral da companhia. A chegada do executivo marca uma nova etapa na estratégia de crescimento da empresa, que pertence à Ingram Micro Brasil e busca ampliar sua atuação em inteligência artificial, dados, analytics e modernização de ambientes digitais.
Com mais de duas décadas de experiência no setor de tecnologia, Piva assume a liderança em um cenário de forte evolução do mercado de nuvem, impulsionado pela transformação digital das organizações e pela crescente adoção de soluções baseadas em IA.
Experiência consolidada no mercado de tecnologia
Leonardo Piva construiu uma trajetória sólida em algumas das principais empresas do setor, incluindo EMC, Oracle, IBM, Unisys, TIVIT e Claranet Brasil.
Ao longo da carreira, liderou projetos estratégicos relacionados à computação em nuvem, gestão de operações complexas e transformação digital. Entre seus principais destaques está o período em que comandou a unidade de Cloud da TIVIT, contribuindo para a expansão da nuvem pública, evolução dos serviços de nuvem privada e desenvolvimento de estratégias híbridas para clientes corporativos.
Na Claranet Brasil, também teve papel importante em iniciativas de crescimento, reestruturação de negócios e fortalecimento das áreas de vendas, marketing, alianças e desenvolvimento de produtos.
Sua formação inclui graduação pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, MBA internacional, especialização executiva pela Columbia Business School e Insper, além da certificação Green Belt pelo Six Sigma Institute.
Objetivo: fortalecer inovação e ampliar o portfólio da BRLink
Ao assumir o cargo, Piva destacou a importância de preservar a trajetória construída pela empresa enquanto acelera novas oportunidades de crescimento.
O foco da nova gestão será consolidar ainda mais a posição da BRLink como uma das principais consultorias especializadas em serviços de cloud computing do país, ampliando a oferta de soluções voltadas para:
Inteligência Artificial
Dados e Analytics
Observabilidade
Serviços Gerenciados
Transformação Digital
Modernização de infraestrutura em nuvem
Segundo o executivo, a estratégia passa pelo fortalecimento do ecossistema de parceiros e pela ampliação da capacidade da companhia em gerar valor para seus clientes por meio da inovação tecnológica.
Ingram Micro reforça estratégia de crescimento
A contratação de Leonardo Piva também reforça os planos da Ingram Micro para o mercado brasileiro.
De acordo com Carla Santos, VP & Brazil Chief Executive da empresa, a experiência do executivo em gestão de negócios complexos e serviços profissionais em nuvem contribuirá para acelerar a jornada tecnológica de clientes e parceiros.
A movimentação acontece em um momento de expansão das iniciativas relacionadas à computação em nuvem e inteligência artificial, áreas consideradas prioritárias para o crescimento do setor de tecnologia nos próximos anos.
A trajetória da BRLink como referência em Cloud
Desde sua aquisição pela Ingram Micro em 2021, a BRLink vem fortalecendo sua posição como uma das principais empresas brasileiras especializadas em serviços de nuvem.
Seu portfólio contempla:
Migração para cloud
Serviços gerenciados
Data Analytics
Inteligência Artificial
Machine Learning
Consultoria especializada em transformação digital
A empresa também possui reconhecimento relevante no mercado, incluindo a certificação AWS Premier Consulting Partner e destaque em avaliações do setor voltadas para o ecossistema de computação em nuvem.
O que esperar da nova gestão
A chegada de Leonardo Piva sinaliza uma fase de fortalecimento da estratégia da BRLink em áreas de alto crescimento, especialmente aquelas ligadas à inteligência artificial e análise de dados.
Com experiência prática na construção e expansão de negócios de tecnologia, o executivo assume a missão de ampliar a competitividade da companhia, acelerar a inovação em clientes e parceiros e consolidar a BRLink como um hub nacional de excelência em serviços cloud e transformação digital.
A nomeação de Leonardo Piva representa um importante movimento para a BRLink e para a Ingram Micro Brasil. Em um mercado cada vez mais orientado por nuvem, dados e inteligência artificial, a experiência do executivo poderá contribuir para ampliar a capacidade de inovação da companhia e fortalecer sua posição como uma das principais referências em transformação digital no país.
Reconhecimento Facial em Estádios: Questões de Privacidade Levantadas pela ANPD
No panorama atual de avanços tecnológicos, o uso de reconhecimento facial em estádios tornou-se um ponto de intenso debate no Brasil. Recentemente, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) colocou em evidência a aplicação irregular desta tecnologia em espaços públicos, particularmente em estádios, levantando preocupações significativas sobre privacidade e consentimento.
Implementação Tecnológica e Preocupações Éticas
A adoção de sistemas de reconhecimento facial pelos organizadores de eventos esportivos visa aumentar a segurança e a eficiência na identificação de indivíduos. No entanto, segundo relatos da ANPD, há uma lacuna considerável entre a utilização dessa tecnologia e o cumprimento das normativas de proteção de dados pessoais.
A prática, que envolve capturar e analisar características faciais dos torcedores ao entrar nos estádios, é feita muitas vezes sem o consentimento explícito dos indivíduos, contrariando os princípios básicos da legislação brasileira sobre dados pessoais. Este cenário desperta um debate urgente sobre a necessidade de regulamentações mais robustas que garantam que o uso de tais tecnologias não infrinja os direitos à privacidade.
Desafios Legais e Regulatórios
A falta de clareza nas diretrizes regulatórias para o uso de reconhecimento facial em ambientes como estádios tem gerado insegurança jurídica. Enquanto alguns defendem seu uso para garantir a segurança pública, outros questionam a eficácia e a ética de coletar dados biométricos sem consentimento apropriado.
A ANPD está atualmente investigando essas práticas e propõe que qualquer implementação de tecnologias que envolvam dados sensíveis como biometria facial deve seguir rigorosamente os preceitos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Isso inclui a transparência sobre a coleta e uso dos dados, a garantia de consentimento livre e esclarecido por parte dos usuários, e a implementação de medidas eficazes de segurança para proteger esses dados contra acessos não autorizados.
À medida que o debate público sobre as implicações éticas do reconhecimento facial ganha força, cresce a pressão sobre reguladores e empresas para estabelecer um equilíbrio entre segurança e privacidade. A decisão da ANPD de intervir pode servir como um precedente para a adoção de práticas mais transparentes e responsáveis em todo o setor.
O caminho para uma implementação responsável de tecnologias de reconhecimento facial em estádios e outros espaços públicos passa, inevitavelmente, pelo aprimoramento das políticas de privacidade e pela educação dos cidadãos sobre seus direitos digitais.
Este episódio reforça a necessidade de um diálogo contínuo entre tecnologia, lei e ética, essencial para moldar o futuro da vigilância em sociedades democráticas. As partes interessadas são incentivadas a participar ativamente das discussões regulatórias para garantir que a inovação tecnológica não ultrapasse os limites da privacidade individual.
Para mais informações sobre as últimas atualizações regulatórias e discussões sobre privacidade e tecnologia, acompanhe no site do GOV.BR
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ANPD Notifica RaiaDrogasil por Uso Indevido de Dados pessoais de Clientes
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) emitiu uma notificação à RaiaDrogasil devido ao uso de dados sensíveis de consumidores sem consentimento explícito. A investigação ocorre no contexto da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que regula a coleta, armazenamento e processamento de dados pessoais no Brasil.
O Que Motivou a Notificação?
De acordo com a ANPD, a rede de farmácias teria utilizado dados pessoais de clientes para finalidades não especificadas de forma clara. Por isso, surgem preocupações sobre transparência e conformidade legal. Informações como histórico de compras de medicamentos podem ser classificadas como dados pessoais sensíveis. Dessa forma, exigem um nível elevado de proteção e consentimento explícito do titular.
A denúncia inicial partiu de consumidores que notaram a utilização de seus dados pessoais sem autorização explícita. Assim, a ANPD exigiu esclarecimentos da empresa. Caso a RaiaDrogasil não apresente justificativas adequadas, poderá enfrentar sanções severas. Essas penalidades incluem multas milionárias e restrições operacionais.
Impacto para o Setor de Saúde e Tecnologia
A decisão da ANPD reforça a importância da governança de dados e do compliance no setor de saúde e varejo farmacêutico. Sendo assim, empresas que coletam dados devem investir em segurança da informação, anonimização de dados e gestão eficiente da privacidade para evitar violações e penalidades.
Além disso, especialistas alertam que a digitalização do setor demanda soluções robustas de proteção de dados. Principalmente diante do avanço de inteligência artificial e automação no atendimento ao consumidor. Afinal, negligenciar a proteção de dados sensíveis pode comprometer a reputação e a confiança do público.
O Que Diz a RaiaDrogasil?
A empresa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. No entanto, fontes do mercado indicam que um plano de adequação à LGPD já está em andamento. Vale lembrar que o setor farmacêutico é um dos que mais lida com dados pessoais. Por isso, torna-se essencial a adoção de tecnologias seguras e boas práticas de governança.
Como Empresas Podem Evitar Penalizações?
Diante do cenário regulatório cada vez mais rigoroso, organizações que lidam com dados pessoais devem seguir algumas diretrizes essenciais. Veja a seguir:
Obter Consentimento Explícito: Garantir que os consumidores estejam plenamente informados sobre o uso de seus dados pessoais e forneçam consentimento ativo.
Implementar Políticas de Privacidade Claras: Informações devem ser acessíveis e objetivas. Dessa forma, evitam ambiguidades na coleta e processamento de dados pessoais.
Investir em Cibersegurança: Soluções como criptografia, autenticação multifator e monitoramento contínuo reduzem os riscos de vazamentos de dados pessoais.
Realizar Auditorias Periódicas: Revisões frequentes nos processos de coleta e armazenamento ajudam a garantir a conformidade com a LGPD. Além disso, identificam possíveis falhas antes que causem impactos negativos.
Capacitar Equipes: Funcionários precisam estar treinados para lidar com dados pessoais e seguir boas práticas de proteção de informações. Dessa maneira, minimizam riscos e fortalecem a segurança interna.
A notificação da ANPD contra a RaiaDrogasil serve como um alerta para todo o mercado. Assim, empresas que atuam na interseção entre tecnologia, saúde e varejo devem redobrar a atenção às normas de proteção de dados pessoais. Dessa forma, evitam penalidades e preservam a confiança dos clientes. Além disso, o uso responsável de dados pessoais não é apenas uma exigência legal. Trata-se também de uma questão essencial para a sustentabilidade e credibilidade das marcas no ambiente digital.
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Inteligência Artificial: Será o fim da hegemonia do Google ou sua maior fortaleza?
Por mais de 20 anos, o Google dominou as buscas na internet, transformando o ato de “googlar” em algo tão comum que o termo foi oficializado no dicionário. Contudo, o avanço da inteligência artificial (IA) está levantando dúvidas sobre o futuro dessa liderança.
Desde o lançamento do ChatGPT, da OpenAI, em 2022, especialistas e líderes do setor, como Sam Altman e Bill Gates, preveem que a IA pode superar o modelo tradicional do Google. Mais recentemente, o ChatGPT integrou um sistema de busca em tempo real que desafiou diretamente a gigante das buscas.
Apesar desse cenário, o The Washington Post pontua que, embora seja possível que a IA enfraqueça o Google, também existe a possibilidade de que ela o fortaleça ainda mais. O periódico relembra outros momentos da história onde o mesmo temor foi levantado: redes sociais e aplicativos foram vistos como possíveis substitutos do Google, mas, em vez de enfraquecerem a gigante, contribuíram para torná-la ainda mais dominante.
O Google e as “ameaças” do passado
Nos primórdios do iPhone, Facebook e Twitter (atual X), especialistas diziam que o futuro seria planejar férias em um app de viagens, e não mais pesquisando hotéis no Google.
Em 2010, Steve Jobs afirmou que “em um dispositivo móvel, a pesquisa não acontece”.
Outros previam que, ao invés de pesquisar por câmeras digitais no Google, passaríamos a pedir opiniões de contatos no Facebook.
Um investidor de tecnologia reforçou essa visão ao afirmar: “Para cada segundo que as pessoas estão no Facebook, é um segundo a menos que elas estão no Google”.
Por que essas previsões falharam? Embora redes como TikTok, Reddit, Facebook e Amazon hoje sejam usadas para buscar produtos e informações, o Google continuou se fortalecendo.
Em 2010, o Google recebia bilhões de buscas anuais; hoje, esse número chegou aos trilhões.
No mesmo período, a receita com anúncios da empresa cresceu 900%, saltando de US$ 20 bilhões para uma projeção de US$ 200 bilhões em 2024.
Ou seja, mudar os hábitos tecnológicos não significa abandonar outros costumes. Smartphones e redes sociais transformaram a forma como consumimos informações, mas também aumentaram nossa dependência das buscas do Google.
11ª Edição do Congresso de TI: Um Evento Consolidado e de Grande Impacto
Com mais de 10 anos de história, o Congresso de TI é um dos maiores eventos do setor, com um histórico de mais de 1 milhão de espectadores e 2.200 horas de conteúdo de palestras gravadas. Este ano, na 11ª edição, o congresso reunirá líderes e especialistas em tecnologia para discutir a Inteligência Artificial aplicada aos negócios. O evento será dia 10 de dezembro, à partir das 09h e de forma gratuita, online e ao vivo e abordará temas de ponta, como a otimização de cadeias de suprimentos, a personalização de experiências para clientes e a identificação de novas fontes de receita, tudo através do poder da IA.
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IA: ameaça ou oportunidade? A história sugere que mudanças tecnológicas podem coexistir com a hegemonia do Google, mas a IA traz um desafio diferente. Assistentes de IA, por exemplo, podem guiar usuários em tarefas completas, como planejar um jardim, comprar itens ou contratar serviços, sem a necessidade de acessar o Google.
A OpenAI afirmou que muitas pessoas já usam o ChatGPT para buscar informações na web. No entanto, o Post alerta que prever o impacto de novas tecnologias é um erro comum. “A noção de que podemos prever como essas tecnologias vão evoluir é tola”, afirma David B. Yoffie, professor da Harvard Business School.
O juiz responsável pelo processo de monopólio contra o Google também reconhece o potencial disruptivo da IA, mas pondera: “A IA pode, um dia, alterar fundamentalmente a pesquisa, mas não tão cedo.”
Enquanto a gigante das buscas se adapta e apela contra decisões legais, resta ao mercado observar como a IA moldará o futuro da tecnologia. Será ela um divisor de águas ou mais um capítulo na história de sucesso do Google?
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Transformação Digital: Mercado de Tecnologia Explode com Crescimento de 740% em 10 Anos no Brasil.
O setor de tecnologia experimentou um crescimento impressionante no mercado de trabalho brasileiro, com profissões da área registrando aumento de até 740% entre 2012 e 2022. Em contrapartida, ocupações ligadas a atividades administrativas, financeiras e de atendimento ao público enfrentaram uma queda de mais de 80% no mesmo período. Esses dados fazem parte de um estudo inédito da FecomercioSP, que analisou o impacto das mudanças tecnológicas e socioeconômicas sobre o emprego formal no Brasil.
Com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho, o estudo identificou 30 profissões em alta, especialmente nas áreas de computação e Tecnologia da Informação (TI). O cargo de engenheiro de sistemas operacionais liderou o crescimento com uma alta de 741,2%, seguido por pesquisador em ciências da computação (579,3%) e tecnólogo em gestão de TI (450,7%).
Em números absolutos, funções como analista de desenvolvimento de sistemas (+117.046 vínculos), programador de sistemas (+72.332) e técnico de apoio ao usuário de internet (+36.372) foram as que mais contribuíram para o aumento de empregos. No total, o número de vínculos formais nessas profissões subiu de 445 mil em 2012 para 868,1 mil em 2022, um crescimento de 95%.
Por outro lado, o avanço da digitalização resultou em retração para diversas profissões. Áreas como atendimento ao público, vendas e serviços administrativos registraram uma perda de cerca de 1,3 milhão de postos de trabalho em uma década.
Entre as funções mais impactadas estão auxiliar de escritório (-390.100 vagas), vendedor de comércio varejista (-278.117) e cobrador de transporte coletivo (-99.814). Proporcionalmente, cargos como monitor de teleatendimento (-88,4%) e operador de cobrança bancária (-83,1%) sofreram as maiores reduções.
Tendências e Desafios do Futuro do Trabalho
Além dos dados nacionais, o estudo se alinha a análises globais de instituições como o Fórum Econômico Mundial (FEM) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que apontam a rápida expansão das profissões tecnológicas em detrimento de funções tradicionais.
Jaime Vasconcellos, assessor da FecomercioSP, destaca que a evolução tecnológica continuará a moldar o mercado de trabalho, mas isso dependerá do nível de digitalização das empresas, da força de trabalho e do ambiente regulatório e econômico do país.
“A tecnologia tem o potencial de gerar transformações ainda mais profundas no mercado laboral. No entanto, para que isso aconteça, é necessário um ambiente econômico e social que favoreça a inovação e permita sua ampla absorção,” conclui Vasconcellos.
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