Brasil Enfrenta Escassez de Profissionais de Tecnologia: Desafios e Soluções.

Brasil Enfrenta Escassez de Profissionais de Tecnologia: Desafios e Soluções.

Brasil Enfrenta Escassez de Profissionais de Tecnologia: Desafios e Soluções.

A falta de profissionais qualificados no setor de tecnologia é um problema crescente no Brasil, evidenciado recentemente em um debate promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado Federal. O encontro trouxe à tona a necessidade urgente de expandir a conectividade digital e capacitar populações vulneráveis, destacando a importância de formar mais profissionais para atender a demanda crescente do mercado.

Atualmente, o Brasil forma cerca de 53 mil profissionais de tecnologia por ano. No entanto, esse número está longe de ser suficiente: a estimativa é de um déficit de mais de 530 mil profissionais na área até 2029. Isso ocorre em um momento em que o setor de tecnologia está em constante expansão, com vagas abertas para desenvolvimento de aplicativos, análise de dados, comércio eletrônico e segurança da informação.

Principais Desafios para o Mercado de Tecnologia.

Estudos, como o relatório “Panorama de Talentos em Tecnologia” realizado pelo Google for Startups, com apoio da Abstartups e da Box 1824, identificam os desafios que impedem o Brasil de formar o número de profissionais de tecnologia necessários. Um dos principais entraves é a competição entre startups e grandes empresas nacionais e internacionais, que disputam os talentos mais qualificados, tornando o mercado altamente competitivo. De acordo com o estudo, 92% das startups no Brasil relatam dificuldades em encontrar profissionais de tecnologia, o que acaba por atrasar o crescimento de muitas empresas e impacta diretamente o ecossistema de inovação.

Outro desafio é a falta de diversidade no setor. Segundo o relatório, o mercado brasileiro de tecnologia ainda é bastante homogêneo, com uma concentração de profissionais na região Sudeste (43% deles em São Paulo) e uma baixa participação de mulheres e minorias. A desigualdade regional e social no acesso à formação em tecnologia afeta a inserção de grupos minorizados e limita o potencial de inovação.

Além disso, o mercado brasileiro enfrenta a chamada “fuga de talentos”. Muitos profissionais altamente qualificados buscam oportunidades fora do país, onde encontram salários mais altos e melhores condições de trabalho. Esse fenômeno agrava ainda mais a escassez de mão de obra, deixando o mercado brasileiro em desvantagem na retenção de talentos.

Propostas para Solucionar a Falta de Profissionais.

Para contornar essa escassez, é crucial que o governo, empresas e instituições de ensino trabalhem em conjunto para promover uma série de ações, incluindo:

  1. Aumentar a Diversidade na Tecnologia: Promover políticas de inclusão para atrair mulheres e minorias para a área de TI, diversificando a base de profissionais e contribuindo para uma perspectiva mais ampla no setor de inovação.
  2. Investimento em Educação e Capacitação: Desenvolver mais cursos técnicos, de graduação e pós-graduação em tecnologia e ciência de dados, bem como programas de formação contínua para profissionais já atuantes. Esses programas podem ser feitos em parceria com empresas de tecnologia, proporcionando uma formação mais alinhada às demandas reais do mercado.
  3. Incentivo ao Empreendedorismo Regional: Criar incentivos para o desenvolvimento tecnológico em outras regiões do Brasil, além do Sudeste, visando uma distribuição mais equilibrada de talentos e oportunidades.
  4. Valorização e Retenção de Profissionais: Com a fuga de talentos, é necessário que o mercado brasileiro adote estratégias para reter seus profissionais, oferecendo salários competitivos e melhores condições de trabalho.
  5. Parcerias entre o Setor Público e Privado: Programas de formação em grande escala, apoiados tanto pelo governo quanto por empresas privadas, podem ajudar a aumentar o número de profissionais qualificados e facilitar a entrada de novos talentos no setor de tecnologia.

A Importância da Tecnologia para o Futuro do Brasil.

A tecnologia tem sido uma força motriz para a inovação e o desenvolvimento econômico global. No Brasil, o crescimento do setor é essencial para impulsionar a economia e promover a inclusão digital. Porém, a falta de mão de obra qualificada coloca em risco esse avanço. Sem profissionais suficientes, o país pode perder competitividade, o que afeta tanto o setor privado quanto o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a transformação digital.

Portanto, a resolução desse déficit de profissionais é uma questão urgente, e ações coordenadas entre governo, empresas e instituições de ensino são fundamentais para garantir que o Brasil possa se estabelecer como um player relevante no mercado global de tecnologia.

Prepare-se para o Futuro da Tecnologia e participe da 11ª Ed. do Congresso de TI

O 11º Congresso de TI promete ser uma imersão no universo da inteligência artificial aplicada, oferecendo insights valiosos e soluções práticas para quem deseja se destacar no setor de tecnologia.

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Explore o futuro da tecnologia e descubra como a IA pode transformar sua carreira e negócios.

Fonte:JornalCruzeiro

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Meta AI Chega ao WhatsApp: Como a Inteligência Artificial Está Mudando a Experiência dos Usuários.

Meta AI Chega ao WhatsApp: Como a Inteligência Artificial Está Mudando a Experiência dos Usuários.

Meta AI Chega ao WhatsApp: Como a Inteligência Artificial Está Mudando a Experiência dos Usuários.

A Meta lançou recentemente uma nova funcionalidade de inteligência artificial (IA) no WhatsApp, expandindo suas ferramentas inteligentes também para o Instagram e Facebook. Agora, os usuários no Brasil podem contar com a Meta AI, um assistente virtual que responde a perguntas, recomenda opções e até gera conteúdo. Essa IA permite que as pessoas interajam em linguagem natural, como se estivessem conversando com outra pessoa, com base em modelos avançados como o Llama da Meta e outras tecnologias próprias da empresa.

Funcionalidades do Meta AI no WhatsApp.

O assistente Meta AI foi desenhado para oferecer recursos práticos no dia a dia. Por exemplo, ele pode:

  • Dar recomendações de viagem e sugerir restaurantes ou locais de lazer;
  • Responder perguntas e realizar tarefas específicas, como criar listas de estudo ou pesquisas rápidas;
  • Gerar imagens e conteúdo visual a partir de comandos, como criar uma imagem para uma postagem no Facebook;
  • Facilitar a interação com influenciadores digitais, uma funcionalidade lançada com o “AI Studio,” que permite a criação de chatbots personalizados para comunicação direta com fãs em tempo real.

Esse novo recurso também traz um diferencial: as imagens geradas pela IA vêm com uma marca d’água, garantindo que os usuários saibam que aquele conteúdo é artificial, algo essencial em termos de transparência e ética.

Adoção e Expansão

A integração da IA da Meta ao WhatsApp e outros aplicativos é gradual, especialmente para usuários brasileiros, onde o uso desse recurso está sendo disponibilizado aos poucos. Mark Zuckerberg, CEO da Meta, vê o Brasil como um mercado-chave para a expansão do Meta AI, devido à grande popularidade de suas redes sociais no país. A Meta já notificou os usuários sobre a coleta de dados para o aprimoramento da IA, garantindo opções de consentimento e privacidade de informações.

Essas inovações mostram como a IA integrada ao WhatsApp e outros aplicativos da Meta promete tornar a experiência dos usuários mais intuitiva e personalizada, adaptando-se cada vez mais às necessidades do dia a dia e ajudando tanto em questões práticas quanto em entretenimento​.

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Fonte:Estadão

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A Receita Federal e o Uso de Inteligência Artificial para Combate à Sonegação de Impostos.

A Receita Federal e o Uso de Inteligência Artificial para Combate à Sonegação de Impostos.

A Receita Federal e o Uso de Inteligência Artificial para Combate à Sonegação de Impostos.

A Receita Federal está inovando na área de fiscalização ao adotar inteligência artificial (IA) para identificar e combater fraudes e sonegação de impostos. Utilizando algoritmos desenvolvidos por analistas do próprio órgão, a Receita é capaz de monitorar transações suspeitas, incluindo criptomoedas e importações irregulares. Com isso, o Fisco pode cruzar dados financeiros e detectar padrões que apontam para possíveis fraudes fiscais de forma mais rápida e eficiente.

Como a Inteligência Artificial Está Sendo Usada

As novas ferramentas permitem que a Receita Federal aproveite seu imenso banco de dados para identificar esquemas complexos de sonegação. Cada nota fiscal, declaração de imposto e transação criptográfica agora pode ser analisada em tempo real, com o objetivo de detectar discrepâncias em relação à renda declarada pelos contribuintes.

Um dos métodos empregados é a análise de redes, onde algoritmos avançados, escritos em Python, buscam padrões de transações que possam indicar lavagem de dinheiro ou movimentações financeiras incompatíveis com a renda de pessoas físicas ou jurídicas. Em um exemplo recente, a Receita conseguiu identificar um esquema de fraude milionário em menos de um mês, sem precisar de uma investigação de campo demorada.

LGPD e Proteção de Dados

Apesar das preocupações sobre privacidade, especialistas em direito digital afirmam que o uso desses dados pela Receita não viola a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Isso porque a lei é direcionada ao uso comercial de dados, enquanto o Fisco usa essas informações exclusivamente para fins de fiscalização. No entanto, o uso excessivo ou inadequado dos dados poderia gerar questionamentos sobre privacidade.

Próximos Passos e Expansão Tecnológica

A Receita planeja ampliar o uso da IA em suas operações, incluindo a integração de tecnologias como knowledge graphs e IA generativa. Com isso, espera-se uma maior eficiência na administração tributária e um combate ainda mais eficaz contra fraudes. Essa estratégia não apenas melhora a capacidade do órgão de detectar irregularidades, mas também fortalece o compartilhamento de informações com outras entidades governamentais.

A modernização do sistema de fiscalização com IA representa um avanço importante no combate à evasão fiscal no Brasil, trazendo mais precisão e rapidez na análise de dados e oferecendo uma visão inovadora sobre como as tecnologias emergentes podem transformar o setor público.

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fonte:gazetadopovo

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3 Tendências Assustadoras de IA para o Halloween 2024

3 Tendências Assustadoras de IA para o Halloween 2024

3 Tendências Assustadoras de IA para o Halloween 2024

Com a chegada do Halloween 2024, o terror está mais tecnológico do que nunca! A Inteligência Artificial (IA) está transformando a forma como vivemos o medo, trazendo experiências inovadoras e assustadoras que estão dominando as tendências digitais. Desde deepfakes hiper-realistas até contos de horror gerados por algoritmos, a IA está criando uma nova dimensão de entretenimento para essa época do ano.

Neste artigo, vamos explorar as três principais tendências de IA que prometem transformar o Halloween 2024 em uma experiência aterrorizante e inovadora.

1. Deepfake de Terror: O Realismo que Assusta

A primeira tendência que está em alta são os deepfakes de terror. Essa tecnologia de IA já é amplamente conhecida por sua capacidade de recriar rostos e vozes de forma impressionante. Mas, neste Halloween, ela está sendo usada para criar vídeos que parecem saídos diretamente dos filmes de horror mais famosos. Imagine ver sua celebridade favorita ou um personagem icônico, como Freddy Krueger ou Samara de “O Chamado”, estrelando novos vídeos de terror – tudo gerado com perfeição por IA.

Com deepfakes, é possível recriar cenas assustadoras, substituir rostos de atores em filmes clássicos de terror ou até mesmo criar novos enredos. A precisão dessas recriações é tão alta que chega a ser difícil distinguir o real do digital, gerando uma experiência ainda mais envolvente e aterrorizante para os fãs de filmes de horror.

Essa tecnologia não só está dominando a internet, como também está sendo usada em campanhas de marketing para promover filmes e eventos de Halloween, levando o entretenimento para outro nível.

2. Filtros de IA no Instagram e TikTok: Sua Transformação Assustadora em Segundos

Os filtros de realidade aumentada já são uma febre nas redes sociais, mas os filtros de IA para Halloween estão levando isso a outro patamar. Esses filtros, disponíveis em plataformas como Instagram e TikTok, usam a inteligência artificial para transformar os usuários em monstros, fantasmas ou criaturas sobrenaturais com detalhes assustadoramente realistas.

O diferencial dos filtros de IA é a personalização. Em vez de usar máscaras genéricas, esses filtros se ajustam às expressões faciais, movimento dos olhos e até mesmo à iluminação do ambiente, criando um efeito que parece tão real que pode ser difícil acreditar que se trata apenas de um filtro.

Com milhões de usuários aderindo a essa tendência, os filtros de IA estão tornando as redes sociais uma verdadeira festa de Halloween digital. Além de ser uma forma divertida de entrar no clima de horror, esses filtros também permitem que as marcas e criadores de conteúdo usem a criatividade para engajar seu público de forma única e interativa.

3. Histórias de Terror Geradas por IA: Medos Personalizados

Se você é fã de contos de horror, prepare-se para algo inovador: histórias de terror geradas por IA. Aplicativos e sites especializados estão usando algoritmos de IA para criar contos de terror sob medida, ajustados para os medos e preferências de cada usuário.

Esses algoritmos conseguem aprender com as respostas do usuário, criando histórias cada vez mais personalizadas e aterrorizantes. Você pode escolher elementos como tema, tipo de criatura, local da trama, e a IA faz o resto – gerando narrativas únicas que vão desde lendas urbanas até terrores psicológicos.

O interessante dessa tendência é que ela permite um nível de interação nunca antes visto em contos de terror. Ao contrário de livros e filmes, essas histórias são dinâmicas e podem mudar de acordo com as escolhas do usuário, tornando a experiência muito mais imersiva e assustadora.

Além disso, essa tecnologia está sendo usada para criar experiências de terror interativas em eventos, onde os visitantes podem participar de histórias personalizadas em tempo real, como se estivessem dentro de um filme de horror.

O Futuro do Halloween é Digital

O Halloween 2024 está provando que o medo também pode ser tecnológico. A Inteligência Artificial está criando uma nova era de entretenimento de terror, desde vídeos hiper-realistas até contos de horror personalizados. Com deepfakes, filtros de IA e histórias geradas por algoritmos, o Halloween deste ano promete ser o mais assustador – e inovador – de todos.

Se você está pronto para experimentar o medo de uma forma totalmente nova, aproveite essas tendências e mergulhe de cabeça no Halloween mais digital de todos os tempos!

E você, já usou alguma dessas tendências tecnológicas para entrar no clima de Halloween? Conte para a gente nos comentários!

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Segurança na Nuvem: Mitos e Verdades.

Segurança na Nuvem: Mitos e Verdades.

Segurança na Nuvem: Mitos e Verdades.

Com o crescimento exponencial da computação em nuvem, muitas empresas têm optado por migrar suas operações e dados para essa tecnologia. No entanto, junto com os benefícios da nuvem, surgem preocupações sobre a segurança das informações armazenadas em servidores de terceiros. Mitos se espalham rapidamente, gerando dúvidas sobre a proteção de dados e a vulnerabilidade dessas plataformas. Vamos desmistificar algumas dessas preocupações e esclarecer as verdades sobre a segurança na nuvem.

Mito 1: “A Nuvem Não É Segura”

Uma das ideias mais disseminadas é que armazenar dados na nuvem não é tão seguro quanto mantê-los em servidores internos. No entanto, isso é um grande mito. A realidade é que provedores de nuvem, como Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure e Google Cloud, investem massivamente em infraestrutura de segurança, muitas vezes oferecendo níveis de proteção superiores aos que muitas empresas conseguiriam implementar por conta própria.

Esses provedores utilizam tecnologias avançadas de criptografia para proteger os dados em trânsito e em repouso. A criptografia garante que, mesmo que um hacker consiga interceptar os dados, eles estarão ilegíveis sem a chave correta. Além disso, as principais plataformas de nuvem oferecem criptografia ponta a ponta, protegendo as informações desde o momento que elas deixam o dispositivo do usuário até serem armazenadas.

Mito 2: “Meus Dados São Mais Vulneráveis Na Nuvem”

A ideia de que os dados são mais suscetíveis a ataques cibernéticos quando armazenados na nuvem não é verdadeira. Embora a nuvem envolva o uso de servidores de terceiros, isso não significa que os dados estão mais expostos. Na verdade, provedores de nuvem adotam firewalls avançados e sistemas de monitoramento contínuo para detectar atividades suspeitas em tempo real.

Firewalls atuam como barreiras protetoras entre a internet e os servidores da nuvem, bloqueando tentativas de acesso não autorizadas e tráfego malicioso. Além disso, tecnologias como Intrusion Detection Systems (IDS) e Intrusion Prevention Systems (IPS) são utilizadas para identificar e prevenir possíveis violações de segurança antes que elas aconteçam. Empresas que utilizam a nuvem também têm a possibilidade de configurar suas próprias camadas adicionais de segurança, como autenticação multifator e sistemas de monitoramento personalizados.

Mito 3: “Eu Não Tenho Controle Sobre Meus Dados na Nuvem”

Outro mito comum é a ideia de que, ao migrar para a nuvem, as empresas perdem o controle sobre seus dados. No entanto, isso não reflete a realidade. As soluções de nuvem são projetadas para garantir que os dados dos clientes permaneçam sob o controle deles, enquanto o provedor de nuvem gerencia a infraestrutura.

A responsabilidade compartilhada é um conceito fundamental na segurança da nuvem. Isso significa que o provedor de serviços em nuvem é responsável por proteger a infraestrutura subjacente (servidores, rede e datacenters), enquanto a empresa cliente é responsável pela gestão da segurança dos dados que armazena e pelas configurações de segurança que implementa. Isso dá às empresas total controle sobre quem tem acesso às suas informações, como elas são armazenadas e como são protegidas.

Mito 4: “A Nuvem Não Oferece Conformidade com Leis de Proteção de Dados”

Muitas empresas acreditam que a migração para a nuvem comprometerá a conformidade com regulamentos como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) na Europa e outras normas globais. Na verdade, os principais provedores de nuvem estão em total conformidade com essas leis e oferecem recursos para ajudar as empresas a atenderem às exigências de proteção de dados.

Além disso, as plataformas de nuvem facilitam a criação de políticas de segurança personalizadas, possibilitando a auditoria e a gestão de dados de acordo com os padrões específicos de cada legislação. Isso pode incluir o armazenamento de dados em determinadas regiões, conforme as exigências de jurisdições locais, e a criação de logs de auditoria para garantir que as práticas de segurança estejam sempre em conformidade com os regulamentos.

Verdade 1: A Criptografia é um Pilar da Segurança na Nuvem

A criptografia é uma das principais ferramentas de segurança empregadas por provedores de nuvem para proteger dados. Além da criptografia em trânsito e em repouso, os dados podem ser criptografados com chaves personalizadas, o que garante que apenas as partes autorizadas possam acessar as informações.

Essa técnica é essencial para proteger informações sensíveis, como números de cartão de crédito, informações pessoais identificáveis (PII) e documentos confidenciais. As empresas também podem usar gerenciamento de chaves para garantir que as chaves de criptografia estejam armazenadas de maneira segura, garantindo ainda mais controle sobre seus dados.

Verdade 2: O Backup Automatizado na Nuvem Aumenta a Segurança

Uma das maiores vantagens da nuvem é a capacidade de realizar backups automáticos e redundantes dos dados. Em vez de depender de backups manuais, que podem ser esquecidos ou mal executados, os provedores de nuvem garantem que os dados sejam salvos regularmente e armazenados em locais geograficamente diversos, protegendo-os contra perda devido a desastres naturais, falhas de hardware ou ataques cibernéticos.

Isso também oferece uma solução rápida de recuperação de desastres, permitindo que as empresas restabeleçam seus sistemas rapidamente em caso de falhas. A capacidade de restaurar dados rapidamente é crucial para minimizar o tempo de inatividade e garantir a continuidade dos negócios.

Verdade 3: Autenticação Multifator é Essencial

Outra prática recomendada para garantir a segurança na nuvem é a autenticação multifator (MFA). Esse método exige que os usuários confirmem sua identidade utilizando duas ou mais formas de autenticação, como uma senha e um código enviado para o dispositivo móvel. Isso adiciona uma camada extra de proteção contra tentativas de invasão, mesmo que uma senha seja comprometida.

Além do MFA, as empresas podem implementar políticas de controle de acesso baseado em funções (RBAC), limitando o acesso a dados e sistemas apenas para aqueles que realmente precisam. Essa segmentação reduz o risco de exposição acidental de dados e melhora a segurança interna.

Conclusão

A segurança na nuvem é frequentemente cercada de mitos que podem gerar incertezas entre os tomadores de decisão. No entanto, a verdade é que os provedores de nuvem oferecem soluções altamente seguras, com níveis de proteção que muitas vezes superam os sistemas locais. Com práticas recomendadas como criptografia, autenticação multifator e backups automáticos, as empresas podem usufruir de todos os benefícios da nuvem com tranquilidade, sabendo que seus dados estão protegidos. A nuvem não é apenas segura — ela oferece um ambiente dinâmico e escalável que transforma a maneira como os negócios operam, sem comprometer a segurança dos dados.

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Data Centers no espaço: A nova fronteira da tecnologia além das nuvens

Data Centers no espaço: A nova fronteira da tecnologia além das nuvens

Data Centers no Espaço: A Nova Fronteira da Tecnologia

Falta espaço no planeta!

A Europa investiu milhões de dólares em um estudo detalhado sobre a viabilidade de enviar data centers para o espaço. Após um ano de pesquisa, a conclusão foi positiva: é “tecnicamente possível, economicamente viável e ambientalmente benéfico” investir nessa empreitada.

Para ficarmos na mesma página

Assim como a “nuvem” onde você guarda seus arquivos, todos os dados na internet — incluindo aqueles que alimentam a inteligência artificial — precisam de um espaço físico. No entanto, essas bibliotecas de dados consomem muita energia e água para funcionar. Até 2026, o consumo global de eletricidade dos data centers será equivalente ao consumo de energia de todo o Japão.

O pulo do gato ao espaço

No espaço, as instalações teriam “energia infinita” graças à luz do Sol e não precisariam de água para resfriar os equipamentos, além de não gerarem emissões de CO2 na Terra. A proposta inicial é lançar 13 unidades até 2036 e, gradualmente, alcançar 1.300 instalações até 2050. Os data centers estariam a 1.400 km de altitude, três vezes mais alto que a Estação Espacial Internacional.

Ainda tem chão…

O principal desafio é desenvolver foguetes suficientemente potentes para colocar essas instalações na órbita correta, o que, ironicamente, pode gerar um aumento nas emissões de gás carbônico aqui na Terra.

Fonte: The News

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