Legal Tech: Revolucionando o Mundo Jurídico

Legal Tech: Revolucionando o Mundo Jurídico

Legal Tech: Revolucionando o Mundo Jurídico com Inovação Tecnológica

Legal Tech, uma abreviação de “Tecnologia Legal”, está transformando profundamente os serviços jurídicos por meio da aplicação inovadora de tecnologia e software. Desde automação de tarefas básicas até sistemas avançados de inteligência artificial, essa revolução visa alcançar maior eficiência, precisão e acessibilidade no universo jurídico.

Legal Tech: A Nova Fronteira da Eficiência Jurídica

Eficiência e Precisão: No cerne da Legal Tech está a busca incessante por eficiência e precisão. Esta evolução não é apenas uma ferramenta para advogados; é uma mudança estrutural que redefine a prática jurídica para ser mais rápida, econômica e acessível aos clientes.

Tecnologia em Ação: Desde simples softwares de gestão até sistemas complexos de inteligência artificial, a Legal Tech está na vanguarda da modernização do setor jurídico. A gama de soluções abrange desde automação de escritórios até análises preditivas complexas, promovendo abordagens legais mais eficazes e acessíveis.

A Evolução Histórica da Legal Tech

Era Pré-Digital: Inicialmente, limitada a ferramentas de processamento de texto, a Legal Tech evoluiu com a internet e a computação, marcando uma transição para sistemas de gerenciamento de casos e bases de dados online.

Era Digital e Softwares de E-discovery: O início do século XXI testemunhou a adoção massiva da tecnologia, especialmente com softwares de e-discovery, revolucionando a revisão de documentos e preparação de litígios.

Era da Inteligência Artificial: Com o avanço da Inteligência Artificial na última década, a Legal Tech entrou em uma nova era, aplicando IA e Machine Learning na análise preditiva, revisão de contratos e automação de tarefas repetitivas.

A Interseção da Tecnologia e do Direito: Mudando Paradigmas

Otimização de Processos Jurídicos: A convergência da tecnologia e do direito vai além da otimização de processos, facilitando a colaboração entre advogados e clientes, transcendendo barreiras geográficas e temporais.

Desafios Legais na Era Digital: A interseção também desafia legisladores e profissionais do direito a integrarem novas áreas legais, como criptomoedas, ética da IA e privacidade de dados, em um quadro jurídico tradicional.

Impacto Profundo da Inteligência Artificial e Machine Learning

IA na Análise de Documentos: Algoritmos avançados economizam tempo e aumentam a precisão na revisão de documentos, identificando padrões e cláusulas relevantes de forma eficiente.

Previsão de Resultados Judiciais: O Machine Learning utiliza dados de casos anteriores para analisar tendências, oferecendo uma ferramenta valiosa para estratégias legais informadas.

Transformação da Pesquisa Jurídica: Sistemas de IA tornam a pesquisa jurídica eficiente e abrangente, eliminando horas gastas em manuais e jurisprudências.

Automação de Tarefas Jurídicas: A IA está revolucionando a prática ao automatizar tarefas rotineiras, permitindo que os profissionais jurídicos foquem em aspectos mais complexos e estratégicos.

A Legal Tech, impulsionada pela Inteligência Artificial e Machine Learning, redefine o campo jurídico. Essa interseção entre tecnologia e direito não apenas otimiza processos, mas desafia e remodela estruturas, criando uma era de práticas jurídicas mais eficientes, acessíveis e adaptadas à sociedade digital em constante evolução.

Fonte: Migalhas

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“No Fakes Act” – Projeto de lei nos EUA propõe restrições ao uso de IA que imita artistas

“No Fakes Act” – Projeto de lei nos EUA propõe restrições ao uso de IA que imita artistas

“No Fakes Act” Projeto de lei nos EUA propõe restrições ao uso de IA que imita artistas

Os Senadores dos Estados Unidos Avançam com o ‘No Fakes Act’ para Proteger Artistas contra Uso Não Autorizado de IA.

À medida que a Inteligência Artificial (IA) continua a se destacar em diversas esferas da sociedade, o setor do entretenimento também enfrenta transformações significativas. Profissionais da indústria cinematográfica, televisiva e musical manifestam preocupações diante dos avanços tecnológicos que ameaçam seus empregos e a integridade de seu trabalho.

O Desafio dos Profissionais do Entretenimento

Em resposta a essas apreensões, um grupo de senadores dos Estados Unidos tomou a iniciativa de apresentar o “No Fakes Act” com o intuito de resguardar artistas contra o uso não autorizado de IA para replicar suas vozes e imagens.

O ‘No Fakes Act’ e suas Implicações

O “No Fakes Act” representa uma resposta direta às crescentes inquietações de atores e cantores, que temem que suas vozes e imagens possam ser adulteradas ou reproduzidas por inteligência artificial sem a devida autorização. O projeto de lei visa estabelecer salvaguardas sólidas para esses artistas, bem como impor obrigações a empresas, plataformas e indivíduos envolvidos na criação ou hospedagem de réplicas digitais não autorizadas.

++ Leia mais: Processo de sindicalização nas Big Techs: entenda o movimento dos EUA

Medidas para Proteger Artistas

Dentre as principais disposições do projeto de lei, encontra-se a proibição de terceiros produzirem e distribuírem réplicas geradas por IA de artistas sem o consentimento apropriado. Ademais, o “No Fakes Act” prevê sanções significativas para aqueles que violarem a lei, incluindo a obrigação de reparar quaisquer danos causados por falsificações de obras audiovisuais ou sonoras produzidas por IA.

A Importância do Consentimento

Fran Drescher, presidente do SAG-AFTRA, o sindicato dos atores que está em greve desde julho, expressou seu apoio entusiástico ao projeto de lei, ressaltando a centralidade do consentimento. Ela enfatizou que a voz e a imagem de um artista constituem elementos essenciais de sua identidade, e utilizá-los sem permissão é manifestamente injusto. Drescher afirmou que o “consentimento é um princípio fundamental” e que o “No Fakes Act” representa um passo substancial na proteção dos direitos dos artistas.

Hollywood e os Desafios da IA

A iniciativa do projeto de lei surge no momento em que Hollywood enfrenta uma crise relacionada ao uso controverso da IA para substituir o trabalho humano. A tecnologia tem sido empregada na criação de roteiros para filmes e séries de TV, assim como na replicação da presença física de atores em sets de filmagem. Essas inovações levantam preocupações não apenas no campo da atuação, mas também na indústria musical, onde a IA é utilizada para emular as vozes de artistas em produções sonoras.

Preservando a Autenticidade e os Direitos dos Artistas

Com a crescente automação e o emprego da IA na produção de conteúdo, surgem questionamentos quanto à autenticidade e aos direitos dos artistas. Muitos argumentam que a criatividade e o talento humanos não podem ser completamente reproduzidos por máquinas, tornando essencial a proteção dos direitos dos artistas contra o uso não autorizado de sua imagem e voz.

O Contínuo Debate sobre a Regulamentação da IA

O debate em torno da regulamentação da IA e seus impactos prossegue à medida que a sociedade busca equilibrar a inovação tecnológica com a preservação dos direitos humanos e artísticos. O “No Fakes Act” representa um passo importante nessa jornada, destinado a assegurar que a revolução da IA não venha às custas dos artistas e de sua identidade criativa. A indústria do entretenimento observa atentamente o desdobramento desse projeto de lei nos Estados Unidos.

Fonte: Multiverso Notícias

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Os desafios da herança de bens digitais

Os desafios da herança de bens digitais

Bens Digitais após a Morte

A autora Tamara Kneese, pesquisadora no renomado Data & Society Research Institute, levanta preocupações sobre o destino incerto dos bens digitais após a passagem de seus usuários. Com a estimativa de que até 2070 o número de usuários falecidos nas redes sociais de Mark Zuckerberg ultrapassará os vivos, o dilema dos bens digitais após a morte está se tornando cada vez mais relevante.

Legado dos bens digitais: um dilema crescente

Milhões de pessoas possuem redes sociais, e-mails e outros ativos digitais. Mas o que ocorre com esses bens após o falecimento de seus proprietários?

Kneese ressalta que não existe um procedimento claro para a transferência desses ativos digitais, que abrangem desde blogs e coleções de fotos e músicas até aplicativos de pagamento móvel, avatares digitais e todos os dados capturados por telefones, dispositivos vestíveis e objetos inteligentes, de uma geração para a próxima.

A falta de preparo das empresas de tecnologia

A pesquisadora enfatiza que as empresas de tecnologia não estão preparadas para lidar com a questão da morte de seus usuários. Muitos enlutados se sentem desconcertados ao receberem notificações automáticas das redes sociais para interagirem com pessoas falecidas, como se estivessem vivas. Algumas plataformas, como o Twitter (agora conhecido como X) e o TikTok, não oferecem mecanismos para tratar os perfis de usuários falecidos. No caso do LinkedIn, embora exista um procedimento, a maioria das pessoas desconhece sua existência ou não o utiliza. Embora a maioria das plataformas permita o download de arquivos que podem ser legados, essa tarefa está longe de ser simples.

Um exemplo notável é o Facebook, que, desde o tiroteio na Virginia Tech em 2007, quando se tornou um local de luto em massa, trabalhou para lidar com a questão da morte. No entanto, a tentativa de implementar um sistema de cuidados após a morte em larga escala acaba sendo uma solução única para todos, sem considerar os diferentes contextos culturais ou individualidades.

Barreiras burocráticas para os familiares

Os familiares dos usuários falecidos enfrentam uma série de obstáculos burocráticos para “memorializar” ou excluir um perfil no Facebook. Outra iniciativa da empresa Meta foi a nomeação de um contato legado para administrar o perfil após a morte, mas essa opção não tem sido popular, uma vez que as pessoas podem mudar de ideia sobre quem desejam que administre seu perfil.

Impacto ambiental e econômico da retenção de dados

Prevê-se que até 2070 o número de usuários mortos nas redes sociais da Meta (Facebook, Messenger, WhatsApp e Instagram) ultrapassará o de usuários vivos. Isso levanta questões sobre o valor comercial da retenção de dados de usuários mortos em um site, uma vez que pode incentivar a família e os amigos a retornarem à plataforma. No entanto, a manutenção eterna dos dados de todos os usuários mortos não é economicamente viável e tem um impacto ambiental significativo, uma vez que depende de data centers e servidores massivos que consomem uma quantidade considerável de energia. Isso levou algumas empresas a removerem discretamente contas inativas.

O desafio de herdar objetos inteligentes

Outro aspecto abordado é a herança de objetos inteligentes de parentes ou amigos falecidos. Esses objetos muitas vezes são programados de acordo com as especificações e preferências de uma pessoa, e herdar esses objetos pode parecer como se você estivesse sendo assombrado. A manutenção desses sistemas ao longo do tempo pode se tornar uma luta pelo controle, com falhas nos sistemas programados e desafios na reprogramação.

Soluções possíveis

A pesquisadora sugere que as empresas de tecnologia devem investir mais recursos e considerar cuidadosamente essas questões. Uma regulamentação que obrigue as empresas a lidar de forma mais abrangente com os bens digitais após a morte pode ser uma abordagem sólida.

Além disso, com o surgimento da IA generativa, surgem serviços que criam clones digitais, levantando questões éticas e emocionais sobre a criação de versões de IA de pessoas falecidas.

Por essa razão, destaca-se a importância de cada indivíduo criar um plano digital pessoal, considerando quais bens digitais deseja preservar ou excluir e levando em consideração o significado para si mesmo e para aqueles que deixará para trás.

Fonte: Época Negócios

++ leia mais: Facebook Pode Enfrentar Processo por Algoritmo Discriminatório

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Facebook Pode Enfrentar Processo por Algoritmo Discriminatório

Facebook Pode Enfrentar Processo por Algoritmo Discriminatório

Facebook Pode Enfrentar Processo por Algoritmo Discriminatório

O algoritmo de publicidade do Facebook está sob escrutínio judicial por possíveis práticas discriminatórias. Recentemente, um tribunal de apelações no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, emitiu um parecer afirmando que o algoritmo do Facebook teria violado a lei ao não exibir anúncios de seguros para mulheres e idosos, resultando em uma ação coletiva movida em 2020.

Algoritmo Discriminatório em Destaque

O caso começou quando Samantha Liapes, de 48 anos, buscou o Facebook para encontrar um provedor de seguros. Alega-se que o sistema de veiculação de anúncios da rede social não apresentou anúncios relacionados a seguros para ela devido à sua idade e gênero.

Recentemente, o tribunal de apelações reverteu uma decisão anterior que afirmava que a Seção 230, que isenta as plataformas online de responsabilidade legal pelo conteúdo postado por usuários, protegia o Facebook de responsabilidade em casos como esse.

Desdobramento Legal

Com a mais recente decisão, o tribunal de apelações da Califórnia concluiu que a ação “adequadamente” alegou que o Facebook estava ciente de que os anunciantes de seguros direcionavam intencionalmente seus anúncios com base na idade e no gênero dos usuários, o que viola a Lei de Direitos Civis.

O tribunal também encontrou semelhanças notáveis entre a plataforma de anúncios do Facebook e o Roommates.com, um serviço que ultrapassou as proteções da Seção 230, permitindo a discriminação.

Segundo o tribunal, “há pouca diferença entre as ferramentas de anúncios do Facebook” e suas capacidades de segmentação quando comparadas à atividade de um editor. O Facebook não apenas distribui conteúdo, mas também o cria e o molda com suas ferramentas de publicidade.

Histórico de Controvérsias

O algoritmo de anúncios do Facebook tem enfrentado desafios legais ao longo dos anos, incluindo um processo federal em 2018 que acusou a plataforma de permitir a discriminação habitacional. O Facebook chegou a um acordo com o governo dos Estados Unidos em 2022 e lançou um novo sistema de distribuição de anúncios para abordar as preocupações sobre discriminação habitacional no início deste ano.

Fonte: Olhar Digital

++ Leia mais: TikTok: Explorando a Live de NPC – Tudo o Que Você Precisa Saber

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Transformando a Justiça Brasileira: Como a Inteligência Artificial Agiliza o Judiciário

Transformando a Justiça Brasileira: Como a Inteligência Artificial Agiliza o Judiciário

Transformando a Justiça Brasileira: Como a Inteligência Artificial Agiliza o Judiciário

A tecnologia está revolucionando a maneira como o judiciário brasileira lida com sua volumosa carga de trabalho, composta por mais de 80 milhões de processos em andamento. Descubra como a inteligência artificial está moldando o futuro da justiça no Brasil.

44 minutos vs. 5 segundos

Em média, um servidor do Supremo Tribunal Federal (STF) leva quase 44 minutos para analisar a pertinência de um recurso extraordinário em relação a temas de repercussão geral. No entanto, um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela que o sistema de inteligência artificial “Victor” conclui essa tarefa em apenas 5 segundos. A IA está transformando a gestão dos mais de 81,4 milhões de processos judiciais em espera no país.

A pesquisa, realizada pelo Centro de Inovação, Administração e Pesquisa do Poder Judiciário da FGV Conhecimento (CIAPJ-FGV), é a terceira edição do levantamento “Tecnologias Aplicadas à Gestão de Conflitos no Poder Judiciário com ênfase no uso da inteligência artificial.”

Na primeira edição, em 2020, foi identificado que 47 tribunais no Brasil já usavam IA em algum aspecto de suas operações, incluindo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que adotava a plataforma Sinapses. Na segunda edição, em 2021, esse número subiu para 64 ferramentas ativas.

Na terceira fase do estudo, a equipe do CIAPJ investigou como as Cortes brasileiras estão aplicando a inteligência artificial para solucionar problemas e obter resultados. Foram realizadas visitas técnicas ao CNJ, STF, Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior do Trabalho (TST), Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) e Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

Fonte: https://www.jota.info/justica/de-44-minutos-a-5-segundos-como-a-inteligencia-artificial-agiliza-o-judiciario-brasileiro-18092023

++ Leia mais: Business Intelligence (BI): Transformando Dados em Estratégias


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Julgamento do Google nos EUA: Entendendo as Acusações

Julgamento do Google nos EUA: Entendendo as Acusações

Julgamento do Google nos EUA: Entendendo as Acusações

A partir desta terça-feira, o sistema judicial dos Estados Unidos se concentra na questão de se o sucesso do mecanismo de busca do Google é resultado de seu desempenho legítimo ou de práticas ilegais.

Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o Google consolidou sua posição dominante na internet por meio de contratos ilegais com empresas como Samsung, Apple e Firefox. Esses contratos garantem que o Google seja o mecanismo de busca padrão em seus smartphones e serviços, o que, por sua vez, permitiria à gigante da tecnologia dominar o mercado de publicidade online, sufocando a concorrência.

O julgamento, previsto para se estender por vários meses, deve testemunhar cerca de 100 pessoas perante um juiz federal. O foco principal estará nos contratos que o Google assinou com fabricantes de dispositivos, operadoras de telefonia móvel e outras empresas.

O governo argumenta que esses contratos deixam poucas oportunidades para concorrentes, como o Bing da Microsoft e o DuckDuckGo. O Google, por sua vez, alega que seu sucesso é resultado da qualidade de seu serviço e que os usuários escolhem usar seu mecanismo de busca por vontade própria.

Segundo Kent Walker, diretor jurídico da Alphabet, “Nosso sucesso é merecido. As pessoas não usam o Google porque não têm outra opção, mas porque querem.”

Ele argumenta que estamos em uma era de inovação sem precedentes, com avanços em inteligência artificial, novos aplicativos e serviços que criam mais concorrência e opções do que nunca para o público.

No entanto, com o Google controlando cerca de 90% do mercado de buscas nos EUA e globalmente, especialmente em smartphones, incluindo iPhones (Apple) e dispositivos Android, o impacto desse julgamento pode ser profundo.

Este é o maior processo antimonopólio apresentado contra uma gigante tecnológica desde que o Departamento de Justiça enfrentou a Microsoft há mais de 20 anos pelo domínio do sistema operacional Windows.

Iniciado em 1998, o processo do governo dos Estados Unidos contra a Microsoft terminou com um acordo em 2001, depois que um tribunal de apelações anulou uma decisão que ordenava a divisão da empresa.

No entanto, o cenário tecnológico mudou significativamente desde então. Hoje, estamos em uma era digital muito diferente, onde a tecnologia desempenha um papel fundamental em nossas vidas cotidianas.

O resultado deste caso pode ter um grande impacto no funcionamento das plataformas tecnológicas no futuro, moldando o destino da indústria de tecnologia e redefinindo as regras do jogo.

Esteja atento às atualizações à medida que este julgamento histórico se desenrola e suas implicações se tornam mais claras.

Fonte: https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2023/09/12/processo-dos-eua-contra-google-por-monopolio-buscador.ghtml

++ Leia Mais: Como o Universo Gamer Transformou-se em uma Mina de Ouro