X Hiring: A Revolução da Conexão Profissional na Nova Rede Social de Musk
A Nova Abordagem de Networking Profissional: X Hiring
A recente revelação de Musk trouxe à tona um novo capítulo na intersecção entre redes sociais e carreiras. A plataforma, apelidada de X Hiring, é a resposta de Musk ao famoso LinkedIn, mirando no mercado de conexões profissionais enquanto se diferencia pelo seu enfoque inovador.
Conexões Profissionais Simplificadas: Diretamente do X Hiring
Ao que parece, o X Hiring está se preparando para inaugurar uma forma inovadora de simplificar o processo de candidatura. Através dessa plataforma, será possível acessar diretamente os formulários de seleção associados a vagas de emprego, tudo isso sem sair do ambiente do X. Esse movimento visa otimizar e agilizar a jornada dos candidatos em busca de novas oportunidades profissionais.
Empresas Encontram Talentos: A Evolução da Aquisição de Talentos
A revolução do X Hiring não se limita aos candidatos. Empresas também serão beneficiadas ao utilizar a rede como um canal de aquisição de talentos. Essa nova possibilidade traz uma perspectiva inovadora para as organizações que desejam se conectar diretamente com profissionais qualificados, encurtando o processo de recrutamento e seleção.
Acesso Limitado e Elegibilidade: Beta Test e a Verificação Dourada
Nesta fase inicial, o X Hiring se encontra em um estágio beta, o que significa que apenas algumas empresas têm o privilégio de participar. Para se tornarem elegíveis, as companhias devem possuir a cobiçada “verificação dourada” na plataforma, um status alcançado mediante um investimento de mil dólares. Essa abordagem seletiva destaca a dedicação do X Hiring em atrair organizações de qualidade.
Rumo ao “App de Tudo”: Estratégia do X Hiring em Alinhamento com Musk e Linda Yaccarino
Ao analisar a visão estratégica por trás do X Hiring, fica claro que essa plataforma não é apenas mais uma adição ao império digital de Elon Musk e sua CEO, Linda Yaccarino. O anúncio sugere que eles estão alinhados com a missão de transformar o X Hiring em um aplicativo abrangente, oferecendo uma gama diversificada de serviços além das conexões profissionais.
Unificação de Funções, Unificação de Identidade: O Poder do Único Login
Uma das propostas inovadoras do X Hiring é a ideia de unificar diferentes funções em uma única plataforma. Isso se traduz em um único login, uma única identidade (@) e uma rede de conexões compartilhada para múltiplas finalidades. Essa abordagem simplificada visa facilitar a gestão da presença online dos usuários, otimizando sua experiência.
O Dilema da Identidade Digital: Diferentes Facetas no X Hiring
Enquanto a unificação de funções é um conceito atraente, é importante também considerar a complexidade das identidades digitais. Imagine se candidatar a uma vaga e ter sua primeira impressão baseada nos memes que você compartilha. O X Hiring, apesar de inovador, também levanta questões sobre a preservação da identidade digital multifacetada que muitos mantêm nas redes sociais atuais.
Com a introdução do X Hiring, Musk demonstra sua habilidade em redesenhar não apenas as indústrias, mas também a maneira como interagimos profissionalmente online. Essa plataforma promete ser um terreno fértil para conexões de negócios, ao mesmo tempo que desafia as convenções existentes sobre identidade digital e networking profissional.
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Facebook F8 e suas novidades tecnológicas fizeram o mês de maio começar fervendo!
Com a participação de mais de 4.000 pessoas, o Facebook realizou sua conferência anual – F8 – para apresentar as inovações e tendências das redes sociais de Mark Zuckerberg.
Com um leque de ferramentas cada vez maior, nós aqui da nuvem, em conjunto com a agência Fonte 11 Comunicação, separamos tudo que você precisa saber sobre as novidades do grupo Facebook.
Em sua nova versão 2.0 a plataforma Messenger já conta com mais de 1.2 bilhão de usuários.
As maiores novidades são ligadas aos famosos bots, que estão em plena ascensão. Com eles será possível oferecer serviços automatizados de compras e suporte, tudo em 1 único chat. Esse chamado “Protocolo de entrega” ainda está em sua versão beta, em fase de testes, mas já indicam que teremos grandes novidades nessa área de automação.
O App trará, também, área para “descobertas” divididas por categorias como Notícias, Comida, entretenimento e etc, mas esse recurso ainda não está disponível aqui no Brasil e sem data para o lançamento tupiniquim.
O F8 trouxe a versão muito aguardada do messenger para desktop, com criptografia em todas as versões e nova funções de engajamento através do watch parties e stories exclusivas.
++ Celulares dobráveis: foi dada a largada
FACEBOOK ANALYTICS
O facebook está apostando alto em Big Data.
O comportamento dos usuários será mais destrinchado. Para quem tem loja virtual, por exemplo, agora será possível medir quantas pessoas que curtiram ou comentaram uma publicação de produto, efetivamente clicaram no link para acessar o e-commerce e converteram compras na loja física. Será o paraíso para os analistas de plantão!
Esse recurso também ainda está em fase de testes, mas já estamos ansiosos por essa função.
Será possível criar um dashboard personalizado, com a criação de publico-alvo personalizadíssimo, nichado pelas interações que cada pessoa teve com determinado tipo de publicação. Isso poderá fazer com que você saiba exatamente quem é sua audiência para cada produto.
REALIDADE AUMENTADA
Durante a conferência foi anunciada a primeira plataforma de Realidade Virtual do mundooooo – o Facebook Spaces.
Lá, os usuários poderão interagir entre si em ambientes totalmente virtuais, como se todos estivessem juntos no mesmo lugar!
Estreou, também, Plataforma de Efeitos de Câmera, que é um editor online de imagem e vídeo dotada de dois recursos principais: Frame Studio e AR Studio.
O Frame Studio permitindo que os usuários possam criar vários efeitos com a nova câmera do face, como molduras, desenhos e filtros com efeitos.
Já o AR Studio permite a criação dos ambientes virtuais com inclusão de foto e vídeo em 360 graus, integrando com chamadas originadas pelo Messenger.
“O futuro é privado” – Assim foi iniciada a palestra de Zuckerberg.
As novidades para o Instagram foram as que fizeram mais barulho!
Já existiam rumores, mas foi confirmado a possibilidade do fim dos “likes” nas fotos da plataforma. O recurso já está deixando muito influencer nervoso por ai!
A intenção é “focar nas fotos e vídeos que você compartilha, e não em quantas curtidas eles têm” para tornar a rede menos nociva à saúde emocional dos seus usuários.
A versão beta já está sendo testada em contas no Canadá, com planos de expansão para o resto do mundo sem data prevista.
Os stories contaram com novidades nos efeitos de câmera que terão um novo “modo de criação” para filtros e efeitos personalizados.
HEADSETS E WHATSAPP
Para suporte às novas ferramentas de Realidade Virtual, o facebook anunciou uma linha de produtos, os headsets com visor: Oculus Quest e Rift S.
O Whatsapp ficou um pouco de escanteio, com uma atualização tímida em seu alto-falante integrado com facebook, que terá suporte para vídeochamadas pelo WhatsApp.
FACEBOOK
O feed de notícias não será mais a prioridade da home, e sim os ícones dos “grupos” e “eventos” serão os donos do maior destaque do “News Feed”.
O facebook também repaginou seu look: as cores da plataforma mudarão e o tradicional azul será substituído pelo branco, deixando mais áreas de respiro em um layout clean.
Tudo isso acontecerá através de atualizações que chegarão dentro dos próximos meses.
FACEBOOK DATING
O Facebook entrou na onda do “cupido virtual”, concorrendo com o Tinder.
O aplicativo Facebook Dating terá recursos mais privados do que os concorrentes, com a possibilidade de uma lista de “Secret Crush” com base nas pessoas que você tem em sua lista de amigos do Facebook. Caso alguém que faz parte da sua lista criar uma lista que também inclui você, DEU MATCH!
Esses dias, numa conversa trivial na hora do jantar, comentei com minha mãe sobre uma foto feia que vi na internet sobre uma tal MOMO.
Percebi que a feição de minha filha, de apenas 3 anos mudou. E na sequência ela me disse em tom de alerta:
Mãe, por favor, não liga para a MOMO.
Depois que eu fui descobrir que, mesmo controlando o que ela vê no celular, as crianças da escola estão tornando esse boneco virtual, uma lenda urbana.
Não vou me ater aqui em explicar o que é Momo. Pergunte para seus filhos pequenos. Mesmo sem acesso a internet, as coisas ruins da rede chegam até eles. E o grande desafio é como manter os nossos filhos seguros no virtual.
A internet, com certeza, é a grande inovação do século. Houve muito desenvolvimento a partir dela.
No entanto nada é mais libertador que o acesso à informação, o que ela possibilita e representa. Mas, como tudo na vida, esse acesso tem o lado bom e o lado ruim. Principalmente quando o assunto é a segurança das crianças.
O Falando em Nuvem pesquisou e selecionou algumas dicas para você manter seus filhos seguros no ambiente digital:
NÃO FALE COM ESTRANHOS
– Essa frase deve ter sido usada pela vó da minha bisavó e nunca foi tão atual como nos dias de hoje. Portanto, quando o assunto é internet oriente os pequenos a não aceitar convites de estranhos.
Da sua parte, esteja sempre alerta. Monitore os passos que seus filhos dão na internet, com quem falam, os sites que visitam.
IDADE MINIMA PARA ABRIR CONTAS NAS REDES SOCIAIS
– Muitas redes sociais fazem restrições etárias para criação de perfis e esse critério deve ser respeitado pelas crianças e monitorado pelos pais.
É super legal ter uma conta no Instagram e fazer parte do grupo da galerinha, mas se existe uma idade mínima, deve ser respeitada para inclusive preservar os pequenos de exposições indevidas;
– Às vezes as crianças estão cheias de “porquês” quando o assunto é proibi-los de fazer algo. Por isso, deixe claro que em muitos chats que eles acreditam estar falando com crianças pode estar um adulto mal-intencionado.
ORIENTE SEUS FILHOS A NÃO PASSAREM MUITAS INFORMAÇÕES NA INTERNET
– Seguro morreu de velho, principalmente porque estamos falando de uma geração que já nasceu conectada. Parece até que aprenderam a fazer download antes de andar (rs). Então para evitar problemas, oriente seus filhos a não divulgar dados pessoais, assim como descrição de rotina, para onde vai viajar, quando sai de casa e entre outras informações sobre a rotina da família.
Pessoas mal-intencionadas podem estar de olho na conta do seu filho, para saber quando podem executar um golpe, assaltar ou mesmo sequestrar.
NÃO POSTE FOTOS ÍNTIMAS
– Crianças e adolescentes tem sido vítimas de pedófilos e também de chantagem entre colegas de escola. Portanto, fale abertamente com seus filhos sobre os riscos de postar fotos íntimas.
Ressalte neste caso, que ao postar fotos próprias, a criança fica vulnerável e que postar de outras pessoas pode representar um crime de uso indevido de imagem, danos morais, entre outros.
CUIDADOS COM OS MALWARE E PHISHING
– Outra dica importante é não postar fotos íntimas e nem enviá-las de forma privada para outras pessoas. Se o celular ou computador estiver infectado com algum malware, todos os dados contidos no aparelho podem ficar vulneráveis a hackers. Por isso, é preciso ensinar as crianças para não confiar em mensagens chamativas que prometem presentes ou baixar arquivos duvidosos.
– É possível controlar a navegação, bloquear sites e usuários que possam ser perigosos com o uso de apps e ferramentas disponíveis em desktop e celular. Assim, você evita que seu filho acesse conteúdos impróprios, como jogos, apps e fotos.
MUITO DIÁLOGO
– A minha geração cresceu ouvindo que para se manter longe dos perigos do mundo era necessário ter muito diálogo com os filhos e essa máxima não mudou. O que mudaram foram os perigos.
Quando minha filha veio falar comigo sobre a tal MOMO, fui com ela procurar e pesquisar para deixar claro que se trata de uma brincadeira de mal-gosto. Ela tem apenas 3 anos, mas chega uma idade onde é quase impossível impedir que as crianças tenham acesso à internet.
FIQUE ATENTO AOS SINAIS
– Bullying, golpes, ameaças, coação, exposição, pedofilia. Tudo isso pode estar ligado ao mau uso das crianças na internet e ao descuido dos pais.
Portanto, fique atendo a qualquer mudança de comportamento para manter as crianças seguras.
E você? O que tem feito para proteger seus filhos dos perigos da internet?
Compartilhe sua experiência aqui no Falando em Nuvem. Afinal quando falamos das nossas crias, a gente desce na nuvem mesmo. Literalmente!
A comoção nacional pelas falsas imagens de Brumadinho
No dia 25 de janeiro de 2019, uma trágica notícia assolou o Brasil e o mundo: o rompimento da barragem da mineradora Vale, na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais. E mais uma vez, as fake news entraram em pauta.
Bastaram as primeiras publicações sobre a tragédia serem veiculadas na mídia que, rapidamente, as redes sociais foram bombardeadas de comentários de internautas. Verificaram-se também, em meio à avalanche informacional, as chamadas fake news que, mais uma vez, entraram em ação.
Dentre elas havia, inclusive, a de internautas que se aproveitaram da situação para criar sites com campanhas falsas para arrecadar doações para, supostamente, ajudar as vítimas do desastre.
Um estudo, publicado em 2008, pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, concluiu que as informações falsas têm 70% mais chances de viralizar do que as verdadeiras e alcançam muito mais pessoas.
Mas, que leva a essa crença tão efetiva nas fake news? Que as torna mais atraentes?
Com a infinidade de textos e imagens circulantes na web, torna-se, cada vez mais, difícil distinguir o falso do verdadeiro. Tão difícil a ponto de aquele tornar-se mais real que este.
Isso se potencializa, quando o que se tem diante da tela de um celular ou de um computador é, por exemplo, uma fotografia. Isso porque muitas pessoas ainda acreditam que ela é sinônimo de verdade, não um mero registro de um fato qualquer, uma das várias facetas da realidade, conforme nos diz o especialista e pesquisador em imagens, Prof. Dr. Jack Brandão.
Tal ideia, a da fotografia como fiel à verdade, ainda se faz presente para muitas pessoas que enxergam nela a “cópia mais perfeita do mundo”, sem perceber suas incontáveis variáveis. Como o olhar do fotógrafo, o contexto em que foi tirada, o ângulo, a intenção do fotógrafo ou do editor. Além disso, existem diversos softwares de edição de imagem que existem hoje no mercado.
Tais aspectos acabam sendo desconsiderados por muitos leitores que, ao se depararem com determinadas imagens, a interpretam por meio de seu próprio acervo imagético denominado de iconofotológico pelo Prof. Dr. Jack Brandão.
Este se trata “de um acervo fotográfico virtual, construído durante toda nossa vida” que, segundo o professor, cada indivíduo possui e que consiste em um estoque de imagens mentais, ao qual recorre para interpretar determinada informação que tem diante de si.
Noticias falsas se espalham pela web.
Assim, além dos falsos pedidos de doações para Brumadinho, fotos e vídeos falsos também circularam nas redes, como a imagem de um bombeiro abraçando um homem, que gerou comoção nacional como se fosse da tragédia.
Registro de bombeiro abraçando vítima em 2001
Todavia, tal imagem foi registrada num resgate realizado em Pato de Minas (MG), em 2001. Para o Prof. Dr. Jack Brandão, toda essa comoção acontece, de maneira especial, porque junto às imagens são inseridas as legendas, ou seja, se a imagem fotográfica por si só já nos leva a acreditar em sua verdade; essa se torna inquestionável, quando estiver junto com a palavra. Sozinhas, as imagens, apesar da falsa crença de que falam por mil palavras, pouco dizem, já que cada um a interpretará conforme seu próprio acervo iconofotológico.
Imagens fora de contexto podem ser vistas como verídicas.
Se a descontextualização imagético-textual por parte dos leitores impede sua plena decodificação na contemporaneidade, que dizer da interpretação de informações extemporâneas?
De acordo com o professor, no século XIX, concretizou-se a substituição dos modelos de representação vigentes nos séculos anteriores. Fazendo assim, com que houvesse um novo enfoque da realidade.
A realidade visual de obras artísticas, por exemplo, começou a ser substituída pela plena subjetividade dos artistas. Assim, eles que ganharam liberdade para criar.
Com isso, perdeu-se todo a rigidez do referencial imagético dos séculos anteriores, quando cada traço artístico possuía determinado significado.
Na contemporaneidade, com a imprensa e a fotografia, há uma constante e inebriante mudança de referencial. Esta que foi acelerada pela enxurrada imagética que se verifica a cada segundo; dificultando, dessa maneira, uma interpretação satisfatória do que se vê no mundo.
Assim, uma imagem de alguns anos, como a fotografia do bombeiro citada anteriormente, pode ser inserida, como numa colagem, a outro contexto, como se pertencesse a ele, sem que as pessoas percebam isso. Nasce assim, mais uma fake news.
Tal fato é agravado quando se insere uma legenda qualquer: somos impelidos a acreditar nela.
Resta ao público, portanto, não apenas recorrer ao seu acervo iconofotológico para preencher as lacunas trazidas pela imagem. Como também buscar as fontes, para que também ele não potencialize, muitas vezes, a audiência das notícias falsas, propagando-as.
Preferiria não falar sobre este assunto aqui no Falando em Nuvem, mas notícias como esta estão se espalhando pelo mundo. Abordar o assunto é uma das armas mais poderosas para ajudar pais e jovens a lidar com o assunto. Deve-se debater o suicídio de frente.
No Reino Unido
“O suicídio é agora a principal causa de morte de jovens com menos de 20 anos e os níveis de autoflagelação estão aumentando entre adolescentes em particular”.
Com esse argumento, o secretário britânico de Saúde enviou recentemente uma carta para as grandes plataformas de redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, Snapchat, Pinterest, Google e Apple) solicitando que retirem do ar qualquer imagem sobre suicídio e automutilação. Caso contrário enfrentarão nova legislação ou impostos mais altos.
Muitos pais, em diversas parte do mundo, tem relatado que, entre outros fatores, as redes sociais e as imagens perturbadoras podem ter motivados ou ajudado seus filhos a tomar a decisão de tiraram as próprias vidas.
os níveis de autoflagelação estão aumentando entre adolescentes
Canais de notícia comentam o assunto
Em conversa com a BBC, Ian Russell criticou as empresas de tecnologia por se recusarem abrir as contas de sua filha para que ele pudesse ver o que ela estaria vendo nas horas antes de sua morte.
O Sunday Times relata que desde que a entrevista foi ao ar, muitas outras famílias saíram acusando os gigantes da tecnologia de encorajar o suicídio de seus filhos.
A Papyrus, uma instituição britânica de caridade que trabalha para evitar o suicídio de jovens, disse que foi contatada por cerca de trinta famílias que acreditam que a mídia social influencia no suicídio de seus filhos.
O Daily Mail relata que o Pinterest, que permite aos usuários salvar imagens em um álbum de recortes virtual, hospeda imagens de ferimentos, automutilação, punhos em comprimidos brancos e lemas macabros que podem ser vistos por crianças com 13 anos ou mais.
O jornal também afirma que o site, que usa algoritmos para gerar conteúdo, enviou um e-mail personalizado para Russell. O e-mail continha imagens gráficas um mês depois da sua morte.
Essa matéria foi escrita a partir de material publicado na Forbes, com relatos de fontes do Reino Unido. No entanto o problema é global.
Por isso, é importante saber a sua opinião. Você acredita que as redes sociais devem tirar essas imagens? E na sua opinião as redes sociais podem influenciar a decisão de um jovem em tirar a própria vida?
O Governo do Estado de S. Paulo abriu as inscrições para o curso sobre redes sociais que é promovido pelo Centro de Tecnologia e Inovação, ligado à Secretaria de Estado dos Diretos da Pessoa com Deficiência.
A ideia é preparar cidadãos para que utilizem as ferramentas de forma adequada, contando com seus benefícios para promover o autodesenvolvimento social, profissional e educacional.
O curso terá sete encontros presenciais, com carga horária de 21 horas, e é destinada a pessoas com ou sem deficiência, acima dos 14 anos de idade.
Entre os temas que serão abordados estão as funções e características de cada rede, como utiliza-las no mercado de trabalho, como criar perfis, a importância das relações interpessoais, assertividade na comunicação e com comporta-se em rede.
Além do curso sobre Redes Sociais, o Centro de Tecnologia e Inovação, oferece ao longo do ano mais de 30 cursos, alguns deles dentro do programas de Empoderamento das Pessoas com Deficiência, Capacitação de Profissionais, Promoção à Inclusão e Tecnologias para a Inclusão. Entre os cursos mais procurados, estão os de Cuidadores, Libras – Língua Brasileira de Sinais -, Empreendedorismo, Como Iniciar seu Próprio Negócio e Preparação para o Mundo do Trabalho.
Para participar das atividades e cursos promovidos pelo CTI, basta entrar no endereço:
https://www.cti.org.br/site/faca-sua-inscricao e realizar uma pré-inscrição – não somente para o curso de Redes Sociais, mas para todas as demais oportunidades oferecidas pela instituição.